domingo, 12 de dezembro de 2010

Tiro partiu de policial federal e acertou instrutor

Fonte: Gazeta de Ribeirão-SP
O tiro que acertou acidentalmente um homem no final da tarde na sede da Defense Centro de Formação e Reciclagem de Vigilantes foi disparado de um instrutor, policial federal, durante um curso de tiro dado à Guarda Civil Municipal (GCM) de Ribeirão Preto. O policial não tem vínculo com a empresa, conforme publicado pela Gazeta. A Defense apenas cedeu o espaço à Prefeitura Municipal.

O instrutor da Polícia Federal acertou o tiro, de raspão, no instrutor da Defense Lucílio José Pereira Neto, 38 anos, e não em um aluno da Defense, diferente do publicado ontem. Todas as informações publicadas ontem foram passadas pela Polícia Militar e por funcionários da própria empresa.

Pereira Neto foi encaminhado para a Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas e, de acordo com a assessoria de imprensa do hospital, passa bem. Até ontem, ele permanecia em observação e não tinha previsão de alta médica.

A Polícia Federal, que não comentou o caso, investiga as circunstâncias do disparo. Anteontem foi feita uma perícia minuciosa no local, fechada à imprensa, e que contou com o acompanhamento de representantes da empresa e da GCM. O superintendente da GCM, André Luís Tavares, disse que não poderia fornecer informações por determinação da PF.

De acordo com o proprietário da Defense, 1º tenente do Exército Nivaldo Melara Júnior, o grupo dos guardas está há cerca de um mês em treinamento no local e foi a primeira vez que o espaço foi cedido à Administração Municipal.

"A Defense não tem nenhuma relação com o que aconteceu. Eu apenas emprestei o espaço físico para o curso de tiro", afirmou Melara Júnior. Segundo ele, Pereira Neto estava em outra sala de treinamento quando aconteceu o acidente. "Não aconteceu nada mais grave com o meu funcionário. O tiro foi de raspão", afirmou.

A empresa, que é de São José do Rio Preto, atua na área de segurança desde 2003 e inaugurou sua filial em Ribeirão há dois anos. Chega a receber 100 alunos por curso —são oferecidas aulas para formação de vigilantes, reciclagem de vigilante patrimonial, reciclagem de vigilante de transporte de valores, transporte de valores, segurança pessoal privada e escolta armada.

Vigilantes associados com desconto em cursos de formação

Fonte: SINDVIG-RJ

O sindicato tem parcerias com cursos de formação de vigilantes para melhor atender os associados e prepará-lo para o mercado de trabalho. Os cursos conveniados são: NCTEC, Alcancy, Fortress, Oportunidade Seg e Vigstar. Para a inscrição é necessário apresentar certidão negativa. Para os moradores de outros municípios, é preciso adquirir o formulário GRERJ (em qualquer papelaria) e dar entrada aos documentos no Fórum mais próximo a sua residência. Nos cursos o vigilante tem aulas de noções de direito penal, aulas de manuseio de armamento, de defesa pessoal, de combate a incêndios e primeiros-socorros. Os descontos são garantidos a todos os associados. Basta comparecer a sede do sindicato e solicitar esse direito!

Será que isso é só pro Rio de Janeiro????????

Lei de Cuiabá exige vigilantes em qualquer lugar onde há caixa eletrônico

A Câmara Municipal de Cuiabá derrubou o veto do prefeito Francisco Galindo e aprovou com unanimidade o projeto de lei que exige que as instituições financeiras coloquem vigilantes armados das 6h às 22h dentro das agências bancárias, conveniências, postos de combustíveis, padarias e outros comércios que tenham caixas-eletrônicos.

A lei prevê ainda a instalação de detector de metal na entrada dos bancos e que a fachada em torno do prédio seja de vidro à prova de bala. Atualmente, a porta-giratória fica nointerior da agência, o que permite que os bandidos possam entrar armados nos bancos.

Segundo o autor da proposta, vereador Toninho de Souza, o objetivo é aumentar a segurança. “A lei vem para impedir o aumento da violência dentro e fora das agências bancárias. É necessário a lei entrar logo em vigor para conter essa onda de assaltos aos bancos e, automaticamente a seus clientes”, frisou. A meta agora, de acordo com o vereador, é fazer com que a prefeitura e o Sindicato dos Bancários de Mato Grosso exijam das agências o cumprimento.

O sindicato dos bancários do Mato Grosso quer mais: Por meio de um ofício protocolado na segunda-feira, dia 6, solicitou ao governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), que seja elaborado um Projeto de Lei do Executivo que trate da segurança bancária e seja capaz de colocar a proteção à vida de vigilantes, bancários e clientes em primeiro lugar.

Pelo menos 17 bancos já foram assaltados este ano no estado e nada menos que 104 caixas eletrônicos foram arrombados. O último assalto noticiado Foi mesta terça-feira, dia 07, a uma agência do Banco do Brasil em Denise, a 208 quilômetros de Cuiabá. De acordo com informações da polícia, cerca de seis homens fortemente armados invadiram a agência por volta das 13h30m, minutos após um carro forte ter deixado o local.

Na saída, os bandidos trocaram tiros com a polícia e fugiram do local em dois carros levando o dinheiro roubado e quatro pessoas como refém, entre elas o gerente da agência. Cerca de 30 quilômetros da cidade os bandidos liberaram os reféns e atearam fogo nos dois carros. Ainda, segundo a polícia, eles teriam fugido em um terceiro carro que dava cobertura aos assaltantes.

Para colaborar na solução do problema, a Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) já apresentaram um anteprojeto de lei para tornar obrigatória a instalação de dispositivos de segurança nas agências e nos postos de serviços das instituições financeiras. O lançamento ocorreu durante a solenidade de posse da nova direção da CNTV, no dia 19 de novembro.

O projeto estabelece a ampliação dos equipamentos de segurança das agências e postos de atendimento dos bancos, com portas giratórias com detectores de metais antes do autoatendimento, câmeras de filmagem em tempo real com monitoramento externo nas áreas de circulação de clientes, calçadas e estacionamento, vidros blindados nas fachadas, divisórias individualizadas entre os caixas inclusive eletrônicos e biombos entre as filas de espera e os caixas.

Em João Pessoa (PB), por exemplo, já existe, desde 2008, uma lei que prevê maior proteção para bancários, vigilantes e clientes. Ela determina que as agências bancárias e instiutições financeiras sejam obrigadas a instalar , no espaço entre os caixas e a filla de espera, um painel de madeira opaco para impedir a visualização das pessoas que estão sendo atendidas.

O anteprojeto da CNTV e da Contraf-CUT será levado pelos sindicatos para as câmaras municipais em todo país e também estabelece aos vigilantes o uso de colete a prova de balas, arma de fogo e arma não letal autorizada, além de assento apropriado e escudo de proteção.Também proíbe o vigilante de exercer qualquer outra tarefa nas agências que não seja a de segurança. Ou seja, o vigilante não deve auxiliar os clientes com dificuldades com caixas eletrônicos nem ser responsável por alertar os clientes quando houver legislação que o impeça de usar o telefone celular, por exemplo.

O presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura explica:“a proposta que apresentamos é completa e bem mais consistente que ações simplistas como a proibição do uso de celulares”,argumenta. "Os bancos precisam fazer a sua parte, melhorando as precárias condições de segurança privada nos estabelecimentos, assim como os governos devem investir mais na segurança pública, a fim de proteger efetivamente os trabalhadores e a sociedade", conclui.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

“Saidinha bancária” e a responsabilidade dos bancos

Thales Pontes Batista,

Resumo: Estudo acerca dos riscos e cuidados relacionados ao tema “Saidinha Bancária”, prática cada vez mais freqüente tendo como vítimas usuários dos serviços bancários em todo o país, visto sob o enfoque da responsabilidade.

Palavras-chaves: Saidinha - Bancária – Bancos – Riscos - Cuidados.

Sumário: 1. Introdução 2. “Saidinha Bancária”: riscos e cuidados 3. Conclusão.

1. INTRODUÇÃO

Como se não bastassem as altas taxas de juros bancários cobradas, filas intermináveis, demora no atendimento, falta de estacionamento, poucos funcionários, cobrança de tarifas por serviços não solicitados, dentre outros problemas, os consumidores de serviços bancários têm ainda que velar por sua segurança sempre que se dirigirem a alguma agência.

Hoje é um verdadeiro tormento ter que ir a uma agência bancária para realizar a operação desejada, a insegurança é muito grande, o risco de assalto é iminente e constante. Tal é o número de roubos contra aqueles que realizam saques de determinadas quantias em bancos que já se batizou tal operação delitiva de “saidinha bancária”.

2. “SAIDINHA BANCÁRIA”: RISCOS E CUIDADOS

Nessa modalidade de assalto o bandido observa silenciosamente a vítima escolhida, geralmente através de “olheiros”, de forma a identificar pessoas que façam saques de quantias mais consideráveis e sejam aparentemente mais frágeis, portanto com menor poder de reação. Feita a identificação da vítima a mesma é seguida até algum ponto ermo que permita ao assaltante praticar o delito com menores riscos de ser pego, muitas vezes nas próprias imediações dos estabelecimentos bancários. Geralmente a ação não é feita de forma isolada, agindo os delinqüentes em grupo, fazendo uso de armas e veículos automotores para a consecução de seu desiderato. A ação geralmente é rápida de forma a causar surpresa, fazendo com que o efeito da mesma seja o mais impactante possível, o que dificulta a reação da vítima e a própria identificação dos delinqüentes. Tudo é minuciosamente e covardemente estudado e planejado.

O saldo de tal ação arquitetada é um número cada vez mais crescente de pessoas com traumas físicos e psicológicos, em alguns casos deixando marcas consideráveis e difíceis de superar.

Não se queira afirmar que existem meios eletrônicos e virtuais de se realizar as transações bancárias necessárias nem que o culpado de tudo é o Poder Público por não dar a segurança adequada e esperada. Os bancos, enquanto fornecedores de serviços, devem assim agir, prestando-o de forma qualitativa e segura ao usuário consumidor, o que significa dizer que uma vez os prestando “in locu”, ou seja, na própria agência bancária, deverão sim arcar com a segurança de sua prestação, sob pena de sua responsabilização cível e criminal pelos prejuízos experimentados pelos correntistas.

A segurança pública deve existir sim, mas isso não exime a obrigação daquele que presta dado serviço ao consumidor de também arcar com esse ônus, sempre visando o melhoramento do serviço prestado o que é um imperativo legal.

As “saidinhas bancárias” ocorrem mais freqüentemente em épocas de pagamentos, ou seja, nos primeiros cinco dias úteis no mês, fim de ano, onde ocorre o pagamento do 13º salário, e datas de comemorações festivas como o Natal e o Ano-novo, dentre outros feriados que são os períodos mais propícios para esse tipo de crime.

A melhor maneira de se tentar evitar a “saidinha bancária” é procurar estar sempre atento ao realizar alguma transação bancária, principalmente saques. Em caso de se perceber algum movimento ou atitude suspeita comunicar imediatamente a segurança do banco e a polícia, buscar a presença de outras pessoas, se possível no interior da própria agência, falar com o segurança da agência, se houver, procurando sempre dar preferência a horários de menor movimentação, portanto mais calmos, evitando, sempre que possível o horário de almoço, ou seja das 11h às 14h. Buscar se certificar de que não está sendo seguido ou observado ao sair da agência. Não usar acessórios que chamem atenção como maletas, bolsas, pastas e envelopes, não fazer manuseio do dinheiro em público. Em caso de estar acompanhado ou ao telefone, evitar conversas altas que permitam a verificação dos circulantes daquilo que você está a fazer no banco, dentre outras medidas assecuratórias.

Ao certo não se conseguirá evitar 100% os assaltos, todavia a prudência nunca é demais, pois, se não resolve o problema, pelo menos tenta minimizá-lo de forma a diminuir os riscos e aumentar a segurança.

3. CONCLUSÃO

Assim o consumidor deve ficar atento e exigir seus direitos, buscando inclusive o Judiciário, se for o caso, para ressarcimento dos eventuais prejuízos sofridos. Com essa atitude espera-se que ocorra uma mudança no atendimento hoje feito aos correntistas de forma a lhes proporcionar uma melhor segurança quando de suas idas às agências bancárias, devendo os bancos providenciar a imediata contratação de segurança privada e/ou aumento da segurança atualmente existente, fazendo-se assim respeitar os direitos básicos do consumidor e reduzir os riscos atualmente existentes.

O Âmbito Jurídico não se responsabiliza, nem de forma individual, nem de forma solidária, pelas opiniões, idéias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es).

SAIDINHA BANCÁRIA

Proposta dos trabalhadores é a mais eficaz
Os vigilantes e bancários são sempre tratados como suspeitos de passar informações nos casos de saidinha bancária. Na verdade são vitimas, pois muitos ter perdido a vida, juntamente com clientes. Para tratar de forma séria e combater efetivamente este crime as Confederações Nacionais e Sindicatos de Vigilantes e Bancários elaboraram uma proposta de projeto de lei e estão encaminhando para todas as Câmaras Municipais. O texto propõe a instalação dos seguintes dispositivos de segurança: porta de segurança em caráter obrigatório; fachadas com vidros laminados; armários antes da porta de segurança para guarda de pertences dos clientes; divisórias nos caixas, inclusive os eletrônicos, que garanta a privacidade das operações; biombo entre caixas, inclusive os eletrônicos, e fila de espera; veda ao vigilante fazer outra atividade que não a segurança, além de dispor de arma de fogo e arma não letal, assento e escudo de proteção. Estas medidas, sim, podem garantir uma efetiva redução e combate a saidinha e a preservação de vidas. O Sindicato já entregou copia do projeto a Vereadora Marta Rodrigues e está programando um ato político para fortalecer a luta.

CELULAR NOS BANCOS


Fiscalizar ou proibir não é tarefa de vigilante

O Prefeito de Salvador, com o estilo demagogo e o estardalhaço que lhe é peculiar, publicou em setembro ultimo o Decreto 21.193, regulamentando a Lei 7.850/2010 aprovada na Câmara de Vereadores, proibindo o uso de telefone celular, radio amador e congêneres no interior das agencias bancárias de Salvador, sob o argumento de combater a “saidinha bancária”. A medida, além de demagógica e de eficácia duvidosa, manda os bancos afixarem avisos no interior das agencias e adotar providencias necessárias a fiscalização da determinação. Alguns bancos já ensaiam ordens para que vigilantes fiquem fiscalizando clientes e funcionários. NÃO ! A nossa função é cuidar da segurança das pessoas dentro das agencias e do patrimônio. Proibir uso de celular pode ser caracterizado como abuso e atentado contra a liberdade individual. Se um vigilante for processado por isto, bancos e empresas lavam as mãos e o trabalhador fica impedido de fazer reciclagem e continuar trabalhando. O Sindicato já está em campo levantando as denuncias de colegas em relação a bancos que estão dando estas ordens. Primeiro esses bancos serão alertados pelo Sindicato. Persistindo, serão visitados com barulho (cospe bala) e denunciados ao MPT. Colegas, denuncie, não se cale.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

OPERAÇÃO VARREDURA II Empresas de Segurança Privada na mira da PF

Campos.


A Polícia Federal divulgou na manhã desta sexta-feira (03/12) o balanço da Operação Varredura II realizada na quinta-feira (02/12), em Campos. A operação teve como objetivo averiguar o exercício da atividade de segurança privada no município.

Durante toda a quinta-feira a Polícia Federal visitou diversos estabelecimentos como escolas, laboratórios, casas noturnas, shoppings, usina e hospital exigindo a documentação dos vigilantes que trabalhavam nos referidos locais.

Dos 16 locais visitados nove estavam irregulares. De acordo com o delegado da Polícia Federal, Paulo Cassiano, a irregularidade mais comum se dá no desvio de função praticado por algumas empresas de segurança privada.

“A atividade de vigilante é fiscalizada e regulamentada pela Polícia Federal. Nesses estabelecimentos conferimos se havia todo o registro daqueles que estavam exercendo a atividade de vigilante. Dentre os documentos exigidos está a Carteira Nacional de Vigilantes que é expedida pela Polícia Federal”, afirmou o delegado ressaltando que muitas empresas contratam vigias para exercer a função de vigilante em função do piso salarial dos vigias ser menor.

Os estabelecimentos onde foram encontradas irregularidades foram autuados juntamente com as empresas que prestam este tipo de serviço. Segundo o delegado as empresas terão prazo para responder a Polícia Federal e apresentar justificativa. “Após emitirmos o Auto de Encerramento as empresas terão prazo para apresentar defesa junto a justiça” afirmou Paulo Cassiano.

Na Operação foram apreendidos seis rádios comunicadores. Paulo Cassiano afirmou ainda que a fiscalização deste tipo de serviço é uma atribuição da Polícia Federal e acontece freqüentemente no município.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Vigilantes poderão ser proibidos de portar arma de fogo

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7314/10, da deputada Solange Amaral (DEM-RJ), que proíbe vigilantes de portas armar de fogo, exceto quando estiver trabalhando em transporte de valores. Segundo a proposta, será permitido ao vigilante, quando em serviço, utilizar somente cassetetes de borracha ou de madeira.

O texto estabelece que, durante o transporte de valores, os vigilantes poderão portar revólver calibre 32 ou 38 ou espingarda de calibres 12, 16 ou 20, de fabricação nacional.

A proposta altera a Lei 7.102/83, que estabelece normas paras as empresas de vigilância e de transporte de valores. A legislação atual permite ao vigilante portar armas de fogo em serviço, desde que a arma seja da empresa para a qual trabalha. Esta precisa ter autorização de funcionamento emitida pela Polícia Federal.

De acordo com a autora, a necessidade de proteção dos cidadãos não pode servir de justificativa para o armamento de algumas categorias sem o devido controle da sociedade. Para ela, vigilantes que desempenham suas funções no interior de agências bancárias não têm necessidade de portar arma. Hoje, a empresa que utilizar vigilante desarmado em instituição financeira está sujeita a multa.

"O vigilante que está na recepção de um estabelecimento comercial, no trato direto com um grande fluxo de cidadãos, de forma a lhes oferecer segurança, não pode funcionar como o estopim deflagrador de violências e barbáries", argumenta a deputada.

Agência Câmara

OBS: Opinião do SVNIT : É nesta hora que vamos ficar com o pires na mão implorando aos deputados que não deixem ser aprovado um projeto como este.

Por isso que a categoria precisava de ter um representante na câmara dos Deputados em Brasilia.

Fonte: Agência Câmara
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Polícia Federal modifica normas sobre vigilância e segurança

Fonte Sindiforte - RJ

O A portaria nº 1.670, de 20 de outubro, recém publicada no Diário Oficial da União, trata das normas sobre segurança privada, alterando vários itens da portaria nº 387, de 2006. Entre as novidades, a especificação do material que precisa ser utilizado na blindagem de carros que transportam valores.

O texto diz expressamente que "é de responsabilidade da empresa de transporte de valores a manutenção dos veículos em perfeito estado, inclusive quanto à eficiência da proteção balística empregada".

Em relação ao uso de armamento em cursos de formação, fica estabelecido que o treinamento em pistola calibre 380 é restrito aos vigilantes que possuem extensão em escolta armada, transporte de valores ou segurança pessoal.

José Bezerra, Presidente do Sindiforte, alerta para a importância dos trabalhadores em transporte de valores conhecerem bem a nova portaria: “O Sindicato só pode agir mediante denúncia de irregularidades observadas pelos trabalhadores e para que a categoria saiba o que está errado, primeiro é preciso conhecer a regra”.

Clique aqui para conhecer a íntegra da nova portaria

sábado, 23 de outubro de 2010

Vigias ou Vigilantes

As empresas que tenham objeto econômico diverso da vigilância ostensiva e do transporte de valores, que utilizem pessoal de quadro funcional próprio, para execução dessas atividades, ficam obrigadas ao cumprimento do disposto na lei e demais legislações pertinentes.
São considerados vigilantes, para efeito da referida lei, o empregado contratado para a execução das seguintes atividades:

REQUISITOS PARA A PROFISSÃO

Para o exercício da profissão, o vigilante deverá preencher os seguintes requisitos:

ser brasileiro;

ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos;

ter instrução correspondente à quarta série do primeiro grau;

ter sido aprovado, em curso de formação de vigilante, realizado em estabelecimento com funcionamento autorizado nos termos da Lei 7.102/83;

ter sido aprovado em exame de saúde física, mental e psicotécnico;

não ter antecedentes criminais registrados; e

estar quite com as obrigações eleitorais e militares.

O exercício da profissão de vigilante requer prévio registro na Delegacia Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho, que se fará após a apresentação dos documentos comprobatórios das situações elencadas acima.

DIREITO AO ADICIONAL NOTURNO

São assegurados ao vigia e vigilante noturno os mesmos direitos assegurados aos demais trabalhadores noturnos.

Além da redução da hora noturna para 52 minutos e 30 segundos, haverá o pagamento do adicional noturno de no mínimo 20% sobre a hora diurna.

DAS GARANTIAS

O vigilante usará uniforme somente quando em efetivo serviço ao qual é assegurado:

uniforme especial à custa da empresa a que se vincular;

porte de arma, quando em serviço;

prisão especial por ato decorrente do serviço;

seguro de vida em grupo, feito pela empresa empregadora.

ADICIONAL DE PERICULOSIDADE

Para obter a íntegra do presente tópico, atualizações, exemplos e jurisprudências, acesse Vigias ou Vigilantes, no Guia Trabalhista On Line.


Extraído do site: http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/Vigilante.htm

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Vigilantes e passageiros se desentendem em trem na Grande SP

Confusão teria começado com brincadeira de adolescentes. Seguranças foram afastados e serão investigados por lesão corporal.
Um grupo de adolescentes e crianças se desentendeu com seguranças em um trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) neste fim de semana, na Grande São Paulo.

No início da viagem, duas vigilantes da empresa responsável pela segurança dentro dos trens estavam por perto enquanto os passageiros conversavam e brincavam. Uma das seguranças foi até os adultos que levavam crianças para um parque de diversões na capital paulista e pediu para que eles parassem de provocá-las.

Quando o trem parou na estação Osasco, os rapazes foram puxados para fora. As crianças se desesperaram e uma menina ficou caída no chão do trem, gritando de dor. Um passageiro que viajava no mesmo vagão tentou acalmar os ânimos, mas não adiantou. Um rapaz afirmou ter sido agredido e avançou contra um vigilante. O jovem acabou arrastado pelo pescoço.

Segundo um dos jovens, o tumulto começou por causa de uma brincadeira que ele mesmo fez e que uma agente de segurança que estava nos vagões interpretou como provocação.

“Não houve tempo de explicação porque já abriram a porta puxando para fora eu só falava: ‘Por favor, não fala isso porque não tem nenhum vândalo. O vagão está intacto, ninguém fez nada'”, relatou um dos jovens, Douglas Dias Xavier.

A menina que caiu no trem e um padeiro de 72 anos foram levados para o hospital por causa de ferimentos. Os seguranças que acusaram os jovens de ameaça vão ser investigados por lesão corporal. Segundo a CPTM, eles foram afastados. Uma investigação foi aberta para apurar as responsabilidades.
Veja o vídeo


Da PlugMania




domingo, 3 de outubro de 2010

Menor é baleado por Vigilante ao tentar roubar posto

Crime aconteceu na noite de ontem na rodovia BR-050
Um menor de 17 anos foi ferido com quatro tiros na noite de ontem quando tentava roubar, acompanhado de outra pessoa, um posto de gasolina na rodovia BR-050, a 6 quilômetros da saída de Uberlândia para Araguari.
Segundo o boletim de ocorrência, os dois chegaram ao posto em uma motocicleta Yamaha vermelha. Pararam o veículo em frente ao caixa e anunciaram o roubo.

O menor estava armado com um revólver calibre 32 e deu um tiro para intimidar os funcionários. Neste instante um vigilante do local deu ordem para o menor largar a arma. Ele não obedeceu e o vigilante deu quatro disparos. Um deles entrou na clavícula do menor e saiu no peito. O outro rapaz que praticava o roubo fugiu em sentido ignorado.
O vigilante, que deu os disparos, deixou a arma no posto e saiu do local e não foi encontrado pela Polícia Militar (PM). A arma foi apreendida pela polícia.
O menor foi levado em estado grave ao Pronto Socorro do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC/UFU). Segundo informações da PM ele está consciente e não corre risco de morte, mas pode ficar paraplégico, pois reclama que não sente as pernas. Ele possui passagens por tráfico e porte ilegal de arma. A polícia faz busca para prender o outro autor do crime.
Fonte:
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  5. Jovens de classe média que “brincaram” de roubar loja da Ferrari se entregam

Códigos Q

.:: Código Q ::.

Q.A.P ::: na escuta
Q.A.R ::: desligar
Q.R.N ::: interferência
Q.R.A ::: nome do operador
Q.R.L ::: estou ocupado
Q.R.M ::: interferência humana
Q.R.Q ::: transmita mais depressa
Q.R.S ::: transmita mais devagar
Q.R.T ::: fora do ar
Q.R.U ::: tens algo para mim
Q.R.V ::: as suas ordens
Q.R.X ::: aguarde
Q.R.Z ::: fale quem chamou
Q.S.A ::: como está recebendo
Q.S.L ::: entendido

Q.S.M ::: está ouvindo
Q.S.O ::: comunicado aviso
Q.S.P ::: fazer ponte
Q.T.C ::: mensagem
Q.T.H ::: endereço
Q.T.R ::: horário exato
Q.T.U ::: horário
Q.T.A ::: última forma
Q.S.V ::: viatura
Q.S.D ::: motorista
Q.S.J ::: dinheiro
T.K.S ::: obrigado

.:: Código Fonético Internacional ::.

A ::: Alfa
B ::: Bravo
C ::: Charlie
D ::: Delta
E ::: Echo
F ::: Fox
G ::: Golf
H ::: Hotel
I ::: Índia
J ::: Juliet
K ::: Kilo
L ::: Lima
M ::: Mike
N ::: November
O ::: Oscar
P ::: Papa
Q ::: Quebec
R ::: Romeu
S ::: Sierra
T ::: Tango
U ::: Uniform
V ::: Victor
W ::: Whiskey
X ::: X-Ray
Y ::: Yankee
Z ::: Zulu  .::

 Numerais ::. 

 1 ::: Primeiro
2 ::: Segundo
3 ::: Terceiro
4 ::: Quarto
5 ::: Quinto
6 ::: Sexto
7 ::: Sétimo
8 ::: Oitavo
9 ::: Nono
0 ::: Nulo / Negativo

sábado, 2 de outubro de 2010

Registro e Porte de Armas

O cidadão civil precisa observar uma série de requisitos para comprar ou portar uma arma. O

primeiro deles é obter o certificado de registro junto ao órgão competente. Esse documento

permitirá que o proprietário mantenha a arma no interior de sua residência ou em seu local de

trabalho para defesa pessoal ou do seu patrimônio.

Com o registro, já é possível solicitar o porte.

Didaticamente, pode-se explicar a diferença entre registro e porte de armas através da seguinte

comparação: registro equivale ao certificado de propriedade de um automóvel; porte corresponde

à carteira de habilitação, que permite conduzir o carro.

O fato de comprarmos um automóvel não nos dá direito de dirigí-lo até estarmos habilitados; da

mesma forma, termos o registro de um revólver não nos dá o direito de conduzí-lo até obtermos o

porte. Para o registro de uma arma, a nova lei exige os seguintes documentos: do interessado;

* dados pessoais (nome, filiação, profissão, endereço, identidade…); da arma;

* número de cadastro no Sinarm;

* identificação do fabricante e do vendedor;

* número e data da nota fiscal de venda;

* espécie, marca, modelo e número;

* calibre e capacidade de cartuchos;

* funcionamento (repetição), semiautomática ou automática);

* quantidade de canos e comprimento;

* tipo de alma (lisa ou raiada);

* quantidade de raias e sentido.

Para a obtenção do porte de arma (expedido pela Polícia Federal, se for nacional, ou pelas polícias

civis, se for estadual), são necessários os seguintes documentos:

* Certificado de Registro com cadastro no Sinarm;

* Comprovação de idoneidade, com apresentação de certidões de antecedentes criminais

fornecidas pela Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral, e de não estar o interessado

respondendo a inquérito policial ou a processo criminal por infrações penais cometidas com

violência, grave ameaça ou contra a incolumidade pública;

* Comprovação de comportamento social produtivo;

* Comprovação da efetiva necessidade do porte;

* Comprovação de capacidade técnica para manuseio de arma de fogo atestada por instrutor de

armamento e tiro do quadro das polícias federal e civis ou por estas habilitado;

* Aptidão psicológica para manuseio atestada em laudo conclusivo fornecido por psicólogo do

quadro das polícias federal ou civis ou credenciado por estas;

* Pagamento da taxa estipulada para concessão de porte.

O conselho para quem deseja comprar uma arma é procurar um revendedor autorizado e solicitar

o registro. Desta forma, tem-se a garantia de qualidade e colabora-se para o fim do contrabando.

Afinal, como reza o Artigo 5º da Constituição Federal, todos > têm direito à vida, à liberdade e à

segurança

REQUISITOS PARA OBTENÇÃO DE

PORTE FEDERAL DE ARMA

1. Idade mínima de 25 anos;

2. Requerimento SINARM, preenchido e assinado pelo requerente;

O Porte Federal de Arma será requerido junto à Superintendência Regional do DPF, na Uni-

dade de Federação em que reside ou possui domicílio fiscal o requerente, ressalvada a com-

petência da CGDI/DIREX.

O formulário REQ. SINARM será fornecido gratuitamente pela DELINST nas Superintendên-

cias Regionais e pela CGDI/DIREX/DPF no EDIFÍCIO SEDE/DPF.

O preenchimento será manual ou mecânico, sempre de forma legível e sem rasura.

No ato da apresentação é indispensável a presença do requerente em razão da coleta de

impressão digital, que constará do porte.

3. Apresentação do Certificado do Registro de Arma de fogo, cadastrada no SINARM;

O requerente no momento da apresentação entregará uma cópia xerográfica do certificado.

4. Apresentação de original e cópia:

a. Cédula de Identidade;

b. Título de eleitor;

c. CPF.
5. Duas (02) fotos 3×4, recentes e de fundo azul.

6. Apresentação de documento comprabatório de comportamento social produtivo.

O documento atestará atividade desenvolvida pelo requerente, não sendo necessário que

seja remunerada.

7. Comprovação da efetiva necessidade, por exercício da atividade profissional de risco ou ame-

aça à integridade física do requerente.

O documento comprobatório será firmado pelo requerente, se autônomo, não sendo pelo Ór-

gão ou Empresa em que trabalhe.

8. Comprovar no pedido de aquisição e em cada renovação do registro, idoneidade e inexistên-

cia de inquérito policial ou processo criminal, por meio de certidões de antecedentes criminais

fornecidas pela Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral.

As certidões serão requeridas junto aos Cartórios Distribuidores das respectivas Justiças.

Serão realizadas averiguações com relação a inquérito policial ou processo criminal, quanto

às infrações acima citadas.

9. Aptidão psicológica para manuseio de arma de fogo, atestada em laudo conclusivo fornecido

por psicólogo servidor da Polícia Federal inscrito no Conselho Regional de Psicologia, ou

credenciado por esta.

Quando o exame for realizado por pessoa credenciada, a despesa decorrente será de res-

ponsabilidade do examinando.

O exame será marcado quando do ato do requerimento do Porte.

10. Comprovação de capacidade técnica para manuseio de arma de fogo, atestada por instrutor

de armamento e tiro do quadro da Polícia Federal, ou habilitado por esta, por empresa de

instrução de tiro registrada no Comando do Exército, por instrutor de armamento e tiro das

Forças Armadas ou Auxiliares.

O exame de comprovação de capacidade técnica consistirá em:

a. Conhecimento do conceito de arma de fogo e das normas de segurança;

b. Conhecimento básico das partes e componentes de arma de fogo;

c. Demonstração, em estande, do uso correto da arma de fogo.

O exame somente será realizado após o requerente ser aprovado na aferição de aptidão psi-

cológica para manuseio de arma de fogo.

11. Comprovante de taxa paga.

Somente será autorizado o recolhimento da taxa estipulada para o Porte Federal de Arma

após a aprovação do requerente.

A GRU/FUNAPOL está disponível para preenchimento e impressão pela internet.

O Recolhimento da taxa poderá ser feito em qualquer agência bancária.

TABELA DE TAXAS

CÓD. RECEITA

SITUAÇÃO

R$

140520

I – Registro de arma de fogo

300,00

140538

II – Renovação de registro de arma de fogo

300,00

140384

III – Expedição de porte de arma de fogo

1.000,00

140406

IV – Renovação de porte de arma de fogo

1.000,00

140546

V – Expedição de segunda via de registro de arma de fogo

300,00
140392

VI – Expedição de segunda via de porte de arma de fogo

1.000,00

Fonte: Departamento de Polícia Federal

Centro de Treinamento - Fone/Fax: (47) 3454-0400

Rua Jativoca, 3470 - Nova Brasília - CEP 89.214-460 - Joinville - SC - Brasil

Escritório Comercial Central - Fone/Fax: (47) 3433-3182

Rua 9 de março, 337 - Ed. Rudenas, Sala 218 - CEP 89201-400 - Joinville - SC - Brasil

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Troca de tiros aconteceu em um posto de combustíveis na zona sul da capital


Dois seguranças de um carro-forte morreram, na noite deste sábado (11), em uma troca de tiros com assaltantes na zona sul de São Paulo.

Dois seguranças de um carro-forte morreram, na noite deste sábado (11), em uma troca de tiros com assaltantes na zona sul de São Paulo.

A tentativa de assalto aconteceu em um posto de combustíveis na estrada Guavirutuba, no Jardim Ângela, por volta das 19h, segundo informações da Polícia Militar. Um funcionário do estabelecimento foi atingido por um tiro de raspão, mas não corre risco de morrer.

Os seguranças abasteciam o caixa eletrônico do posto quando foram surpreendidos por homens armados com fuzis. Eles chegaram em uma Kombi e em uma motocicleta e anunciaram o assalto. Houve troca de tiros e os seguranças foram baleados. Eles ainda foram socorridos ao Pronto Socorro do Hospital Municipal de M’boi Mirim, mas os vigias não resistiram aos ferimentos e morreram.

A polícia não informou se os bandidos conseguiram levar o dinheiro e qual seria a quantia roubada. Buscas estão sendo feitas na região do assalto. O caso foi registrado no 92º Distrito Policial, no Parque Santo Antônio.

Quadrilha faz assalto milionário em Empresa de Segurança na Pampulha

Quadrilha armada com fuzis invadiu enmpresa no Bairro Ouro Preto


Uma quadrilha fortemente armada promoveu um assalto milionário na manhã deste sábado em uma empresa de segurança na Região da Pampulha, em Belo Horizonte.

A quadrilha que assaltou uma empresa de segurança em Belo Horizonte na manhã deste sábado (4) levou pelo menos R$ 45 milhões, afirmou na noite deste sábado (4) o delegado responsável pela investigação, Islande Batista, chefe do Deoesp (Departamento de Divisão Especializada de Operações Especiais).

Ainda segundo o delegado, 18 criminosos planejavam o crime há quatro meses. O valor roubado foi contabilizado por meio de boletos de numerário que estavam na sede da empresa, responsável pelo transporte de valores das agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal da Região Norte da capital. O superintendente comercial da Embraforte, Rodrigo Vilhena, não confirmou o valor roubado e não quis falar do roubo.

Um grupo de 15 homens invadiram a empresa no bairro Ouro Preto, região da Pampulha, armados com fuzis, metralhadoras e pistolas automáticas. O assalto começou na tarde da sexta-feira (3), quando integrantes da quadrilha procuraram três funcionários da empresa, entre eles, o chefe da segurança Alexandre Diniz, em suas casas, nos bairros Sagrada Família e Califórnia. Eles se identificaram como agentes da Polícia Federal e alegaram que todos seriam levados para a sede da PF para averiguações.

Os funcionários foram sequestrados e mantidos em cativeiro no bairro Fortaleza, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, onde passaram toda a noite.

No início desta manhã, quatro dos suspeitos deixaram o cativeiro com os funcionários da Embraforte - um tesoureiro, um diretor e Alexandre Diniz - e foram até a sede, na rua Major Lage. Vinte funcionários da empresa foram feitos reféns e os assaltantes roubaram todo o conteúdo do cofre. Dois veículos e um minicaminhão-baú foram usados para a fuga e o transporte do dinheiro.

Segundo a polícia, um dos veículos foi encontrada no final da manhã em Ribeirão das Neves, área onde está concentrada a maior parte das buscas. Testemunhas e reféns contaram que a quadrilha, que teria 15 integrantes, estava bem vestida, trajando terno e gravata e que um deles portava identificação da Polícia Federal. Os criminosos tinham um grande levantamento da empresa, inclusive com fotos do galpão na Pampulha.

Após levarem o dinheiro, os reféns foram libertados na empresa, assim como parentes de funcionários mantidos presos em suas casas. Ninguém ficou ferido.

Vigilante é despedido por dormir em serviço

O trabalhador foi pego dormindo em serviço. Era vigilante de uma empresa terceirizada, que tinha como principal atribuição a guarda do patrimônio do Município de Ribeirão Preto. O inspetor do serviço fotografou o funcionário acusado de desídia, no momento em que dormia, em sono profundo. Não foi percebido. O trabalhador foi pego dormindo em serviço. Era vigilante de uma empresa terceirizada, que tinha como principal atribuição a guarda do patrimônio do Município de Ribeirão Preto. O inspetor do serviço fotografou o funcionário acusado de desídia, no momento em que dormia, em sono profundo. Não foi percebido.


O vigilante negou que estivesse dormindo, afirmando que apenas tirava um cochilo. Por isso, pleiteou, em recurso, danos materiais, "por ter sido arrancado o seu meio de sobrevivência", e morais ("as acusações feriram sua honra e levaram-no a total desmoralização, fechando as portas do mercado de trabalho").

Inconformado com a decisão da 3ª Vara do Trabalho de Ribeirão Preto, que acolheu o pedido da reclamada, empresa de segurança, de despedida por justa causa, o trabalhador recorreu da sentença pedindo também, além da reversão da justa causa e do deferimento de verbas rescisórias e multas previstas nos artigos 467 e 477 da CLT (uma vez não caracterizada a desídia), a ampliação da condenação em horas extras.

O trabalhador alegou que os horários registrados nos cartões de ponto são válidos. Ele sustentou também que houve violação ao intervalo interjornada e pleiteou o pagamento dos domingos e feriados em dobro. Afirmou ainda que as diferenças de adicional noturno não podem se limitar aos dias de dobra de jornada e requereu por fim a reforma da sentença no tocante ao vale/ticket refeição.

O segundo reclamado (Município) também recorreu, pedindo o afastamento de sua responsabilidade subsidiária. Sustentou que "não subscreveu as convenções coletivas acostadas aos autos, de sorte que não lhe pode ser imputado o pagamento de multas convencionais".

A primeira reclamada (empresa de segurança) alegou, preliminarmente, "o cerceamento de defesa, requerendo seja declarada a nulidade do julgado". Alegou que é indevida a condenação ao pagamento das férias do período aquisitivo de 2006/2007. Rebelou-se contra o deferimento de adicional noturno sobre as horas em prorrogação ao horário noturno. Sustentou que não pode prosperar a condenação em horas extras. Asseverou que deve ser excluído da condenação o deferimento de intervalo intrajornada.

O acórdão da 5ª Câmara do TRT da 15ª reconheceu que o vigilante dormiu em serviço e por isso manteve a sentença do juízo de primeiro grau. Porém, julgou parcialmente procedentes alguns pedidos do trabalhador, especialmente no que se refere às horas extras, reconhecendo como extras as horas excedentes à 8ª diária e 44ª semanal.

Também condenou as reclamadas "ao pagamento do período suprimido de intervalo de 11 horas entre jornadas entre turnos com o acréscimo do adicional de horas extras, com reflexos em descansos semanais remunerados, 13º salário, férias e FGTS, bem como ao pagamento dobrado do labor nestes dias, diferenças de adicional noturno e do vale refeição nos meses de novembro e dezembro de 2006 e março e abril de 2007".

Mas reduziu a condenação da empresa de segurança quanto às férias do período aquisitivo às diferenças que não foram pagas. Quanto ao recurso do Município de Ribeirão Preto, a Câmara manteve a decisão do juízo de primeira instância, permanecendo a municipalidade como devedor subsidiário. O relator foi o desembargador Lorival Ferreira dos Santos. (Fonte: TRT da 15ª Região)

Sindicalista é assassinado em frente à empresa Sony em Manaus

MANAUS - O diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Manaus, José Augusto de Lima Cruz, 47, foi assassinado por volta das 6h de hoje (1º) por um vigilante terceirizado da empresa Sony do Brasil, localizada no Distrito Industrial de Manaus. Ele morreu com um tiro no peito após discutir com o segurança Hernandes Pulga Neto.

O sindicalista panfletava no local e teria sido advertido pelo vigilante a parar com a distribuição do material em frente à empresa. “Estávamos panfletando quando o vigilante saiu armado da empresa e mandou que saíssemos do local” disse o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, Nilson Soares.Segundo Soares, eles alegaram que a panfletagem não atrapalharia a entrada e saída de funcionários da fábrica. “Enquanto tentávamos resolver a situação fomos surpreendidos com ele sacando a arma. Nem houve uma discussão tão grave”, explicou. O vigilante fugiu em uma motocicleta após o crime.

Tumulto e paralisação da fábrica

Dezenas de manifestantes invadiram a fábrica para protestar contra a morte de José Augusto. Houve discussão entre sindicalistas e policiais no pátio da empresa. O helicóptero do Grupamento Aéreo (Graer) da PM foi acionado e sobrevoou o local.

Um policial militar, não-identificado, deu voz de prisão ao sindicalista que resistiu a ação. O tumulto só terminou quando o advogado do Sindicato dos Metalúrgicos, Jorge Guimarães, negociou com os policiais. Ninguém foi preso.

No outro lado da empresa, aproximadamente 60 funcionárias passaram mal. Elas foram removidas por dois microônibus. Cada veículo tem capacidade para 25 pessoas sentadas, mas houve superlotação.
Cerca de 40 linhas de montagem da Sony do Brasil foram paralisadas. A Sony do Brasil informou em nota divulgada à imprensa, lamentar a morte do sindicalista.  A fábrica, segundo a assessoria, exigirá esclarecimentos da empresa terceirizada responsável pela segurança. A Sony também informou disponibilidade em colaborar com a investigação.


Arma apreendida

O titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Seqüestros (DEHS), Mariolino Brito, informou que a autoria do crime já está esclarecida. A arma do crime, um revólver calibre 38 especial com quatro munições, também feriu apreendida.

Segundo o delegado, o vigilante não é considerado foragido. “Neste momento, ele está sendo procurado. Ele só seria considerando foragido se a prisão preventiva dele já tivesse sido decretada ou se o período de flagrante já estivesse expirado”, disse.
A arma está registrada no nome da empresa. Foto: Florêncio Mesquita


A morte de José Augusto totaliza o oitavo homicídio ocorrido nesta semana em Manaus A irmã da vítima foi a primeira testemunha ouvida na DEHS. José Augusto de Lima Cruz era sindicalista há dez anos. Outros dois sindicalistas presentes no momento do crime devem ser ouvidos ainda hoje.

sábado, 25 de setembro de 2010

« CNV – CARTEIRA NACIONAL DE VIGILANTE, DEVER DA EMPRESA, DIREITO SEU !

SER UM VIGILANTE PRESTATIVO OU PREVENTIVO ?


Além da matéria publicada pelo Capitão Rodrigo Victor da Paixão sobre a Profissionalização da Segurança Privada eu ASP PAULO MELLO tenho sempre comentado aos profissionais de segurança privada que temos que ter uma postura de vigilante executando com segurança e dignidade as nossas atribuições, não fazendo serviços inerentes a nossa função, eu não sei qual a visão de alguns profissionais de fazer serviço inerentes a sua função bem como do empregador e contratante de aceitar, porque às vezes me pergunto se o contratante quer um vigilante patrimonial ou um vigilante prestativo o famoso Bombril mil e mil utilidades, ou até mesmo o conhecido Zeferino quebra-galho. Por este motivo exercendo a função há tanto tempo na vigilância tomei a liberdade de citar alguns exemplos de tarefas executadas por vigilantes em seu local de trabalho ou relatadas por esses, que fizeram não sei se por obrigação ou pra se demonstrar prestativo e manter-se empregado, cito aqui algumas das tarefas absurdas sendo executadas por esses profissionais, como o recolhimento de garrafas térmicas em departamentos administrativos, ligar máquina cafeteira ao amanhecer, lavar calçadas, ligar luzes em determinados departamentos, varrer o local próximo a portaria e recepção, roçar terreno, alimentar cães e cavalos, colocar lixo externo,balenceiro,conferente e dentre outras que se for relatar aqui faltaria espaço. Ao questionar estes profissionais o porquê de executar estas tarefas, o mesmo alega que este tipo de tarefa não irá afetar o andamento seu trabalho e que se fazendo algo no seu turno de serviço o horário passa mais rápido. O que este profissional não entende que ser prestativo com afazeres inerentes a sua função além de estar fora de sua postura e disciplina profissional não tem conhecimento que este tipo de favor ou prestação pode se tornar mais tarde uma obrigação, e são nestas horas que vem o desentendimento por parte dos efetivos e equipe do posto de trabalho, porque se um faz porque o outro não faz ,agora te pergunto qual desses profissionais é que está correto, o que exerce suas atividades com postura ostensiva e preventiva, ou o outro com postura prestativa e atenciosa, vale lembrar que no CF – Curso de Formação o vigilante não aprende funções alheias a segurança.( Ver abaixo a portaria 387/2006)

Nas agências bancárias além de ser proibido o vigilante fazer atribuições alheias a sua função e punível de multa pela DPF – Departamento da Polícia Federal ( ver abaixo a lei 387/206), mas ainda existe alguns casos raros e escondidos de vigilantes que molham plantas, troca galão de água e fazem alguns serviços fora de suas atribuições.

Na maioria das vezes estes profissionais com quem trabalhei ou tive contato sempre argumentava que se ele não fizer outro faz, mas eu sempre orientava que se possível explique ao contratante o (cliente) que aquele serviço o qual ele sendo solicitado a fazer não é de suas atribuições, ou melhor, deixe claro ao ciente que ao executar tal tarefa você estará pondo não só em risco à sua segurança como de terceiros e do próprio patrimônio, pois se houver uma ocorrência você não terá reação à devida ação pois distraído com funções inerentes a sua.

Veja abaixo o que diz a portaria sobre as atribuições de um profissional de segurança, e a grade do curso de formação de vigilantes com suas disciplinas, nota-se abaixo que qualquer tarefa inerente a sua função é multa e também no futuro uma ação trabalhista contra a empresa e o contratante, o que chamamos de o famoso acumulo de funções, então se você tiver que fazer algo que não seja da sua função você escolhe se faz ou não, mas não esqueça que está em suas mãos a dignidade de sua função de segurança perante toda a sociedade, pois se te chamarem de “guardinha ou vigia” não se sinta ofendido porque na verdade a opinião das pessoas sobre os profissionais que atuam nesta área são de pessoas prestativas, sem condições estudo, sem orientação e sem opção de trabalho, e para que essa opinião mude na sociedade precisamos mostrar que estamos ali para fazer diferença e não a indiferença, Somos profissionais da segurança privada com curso e aperfeiçoamento profissional, como se vê em todas as profissões, se você não for bom no que faz, pode ter certeza que você é um péssimo profissional e é assim que você será visto.

Eu acredito que para que tudo comece ocorrer com avanço e sucesso à valorização dos profissionais de segurança privada devem ficar ciente que somos registrados como uma profissão regulamentada e reconhecida em DRT – Delegacia Regional do Trabalho e fiscalizado pela DPF – Departamento da Polícia Federal e que estamos apto a prestar um serviço de vigilância e não de serviços gerais, vamos ver abaixo o que diz a portaria 387/2006DG/DPF sobre os deveres do vigilante , pena de multa para atividades diversas da vigilância patrimonial ou transporte de valores em estabelecimento financeiro, o perfil do vigilante com suas atribuições e a visão da Polícia Federal em aprimorar o profissional de segurança, só falta agora o vigilante demonstrar ao contratante que a sua presença preventiva é importante e não prestativa que agrada as pessoas.

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL

PORTARIA No. 387/2006 – DG/DPF

Deveres

Art. 118. São deveres dos vigilantes:

I – exercer as suas atividades com urbanidade, probidade e denodo;

IV – manter-se adstrito ao local sob vigilância, observando-se as peculiaridades das

atividades de transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal;


Pena de Multa

Art. 131. É punível com a pena de multa, de 1.000 (mil) a 10.000 (dez mil) UFIR, o

estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas:

IV – permitir que o vigilante realize atividades diversas da vigilância patrimonial ou transporte

de valores, conforme o caso.


(vigência a partir de 02.01.07, conforme Despacho nº 6047/06-DG/DPF)

CFV – CURSO DE FORMAÇÃO DE VIGILANTE


PROGRAMA DE CURSO

1. PERFIL DO VIGILANTE

a) PREVENTIVO/OSTENSIVO – atributo de o vigilante ser visível ao público em geral, a fim de

evitar a ação de delinqüentes, manter a integridade patrimonial e dar segurança às

pessoas.

b) PROATIVIDADE – ação de antever e se antecipar ao evento danoso, com o fim de evitá-lo ou

de minimizar seus efeitos e, principalmente, visar à adoção de providências para auxiliar os

agentes de segurança pública, como na coleta das primeiras informações e evidências da

ocorrência, de preservação dos vestígios e isolamento do local do crime.

c) RELAÇÕES PÚBLICAS – qualidade de interação com o público, urbanidade, sociabilidade e

transmissão de confiança, priorizando o atendimento adequado às pessoas com deficiência.

d) VIGILÂNCIA – atributo de movimento, dinamismo e alerta, contrapondo-se ao conceito

estático.

e) DIREITOS HUMANOS – respeito à dignidade da pessoa humana, compromisso que o Brasil

assumiu perante a comunidade internacional e princípio constitucional de prevalência dos

direitos humanos.

f) TÉCNICO-PROFISSIONAL – capacidade de empregar todas as técnicas, doutrinas e

ensinamentos adequados para a consecução de sua missão.

g) ADESTRAMENTO – atributo relacionado à desenvoltura corporal, com aprimoramento físico,

domínio de defesa pessoal e capacitação para o uso proporcional da força através do

emprego de tecnologias não-letais e do uso da arma de fogo, como último recurso de

defesa própria ou de terceiros.

h) HIGIDEZ FÍSICA E MENTAL – certeza de não ser possuidor de patologia física ou mental.

i) PSICOLÓGICO – perfil psicológico adequado ao desempenho do serviço de vigilante.

j) ESCOLARIDADE – 4ª série (exigência legal).

2. OBJETIVOS

2.1 Gerais

Dotar o aluno de conhecimentos, técnicas, habilidades e atitudes que o capacitem para o

exercício da profissão de vigilante, em complemento à segurança pública, incluídas as

atividades relativas à vigilância patrimonial, à segurança física de estabelecimentos financeiros

e outros, preparo para dar atendimento e segurança às pessoas e manutenção da integridade

do patrimônio que guarda, bem como adestramento para o uso de armamento não-letal,

armamento convencional e o emprego de defesa pessoal.

Elevar o nível do segmento da segurança privada a partir do ensino de seus vigilantes.

2.2 Específicos

Ao final do curso, o aluno deverá adquirir conhecimentos, técnicas, habilidades e atitudes

para:

a) compreender o ser humano como titular de direitos fundamentais;

b) desenvolver hábitos de sociabilidade no trabalho e no convívio social;

c) executar uma vigilância dinâmica e alerta, interagindo com o público em geral;

d) prevenir ocorrências inerentes às suas atribuições, dentro da área física a ele delimitada, a

fim de manter a integridade patrimonial e de dar segurança às pessoas;

e) antecipar-se ao evento danoso, a fim de impedir sua ocorrência ou de minimizar seus

efeitos, principalmente, adotar as providências de auxílio aos agentes de segurança pública,

56

como a coleta das primeiras informações e evidências da ocorrência, preservação dos vestígios

e provas do crime e isolamento do local;

f) operar com técnica e segurança equipamentos de comunicação, alarmes e outras

tecnologias de vigilância patrimonial;

g) manusear e empregar, com segurança, armamento não-letal e armamento letal

convencional na atividade de vigilante, de forma escalonada e proporcional, como

instrumentos de defesa própria ou de terceiros;

h) defender-se com o uso de técnicas adequadas;

i) manter-se saudável e em forma física;

j) identificar condutas ilícitas descritas na legislação penal;

k) identificar o conceito, a legislação e as atribuições das empresas de segurança privada;

l) aplicar conhecimentos de primeiros socorros;

m) proteger o meio ambiente;

n) adotar medidas iniciais de prevenção e de combate a incêndios;

o) tomar as primeiras providências em caso de crise;

p) executar outras tarefas que lhe forem atribuídas, notadamente pela criação de divisões especializadas pela sua empresa, para permitir um crescimento sustentado em todas as áreas de segurança privada.

Exposição de Motivos dos Currículos dos Cursos para os Profissionais da Segurança Privada

1. No mundo globalizado atual, em que as culturas e mazelas sociais – com suas inevitáveis conseqüências – ampliam-se a todos os campos da atividade humana, a segurança sobressai como uma das principais necessidades do homem no seu convívio social.

2. O Brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança interna e liberdade. A autodefesa está adstrita à legítima defesa, estado de necessidade, exercício regular de direito, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. As atividades de segurança privada, com números cláusulos, são reguladas, controlados e fiscalizadas pela Polícia Federal. A segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade. Fora de controle, corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros,

“exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por “iniciativa privada”.

3. No âmbito do Departamento de Polícia Federal a missão da Coordenação-Geral de Segurança Privada é de regular, controlar e fiscalizar o segmento da segurança privada em todo o País, em conjunto com as Delegacias Especializadas de Segurança Privada – DELESP,

junto às Superintendências Regionais, e as Comissões de Vistoria, junto às Delegacias Descentralizadas.

4. A missão da Polícia Federal será cada vez mais efetiva na proporção do crescimento do setor da segurança privada em nível nacional. Certamente, a elevação do setor inicia pela boa formação de seus quadros, o vigilante: é através da educação e treinamento que formamos

profissionais-cidadãos, capacitando-os para atender a sociedade.

5. Esses fundamentos nos levaram a modificar o quadro de cursos, extensões e reciclagens e os respectivos Planos de Curso e Programas de Matérias, visando adequar o perfil do vigilante com a exigência do mercado e a evolução da sociedade brasileira. Para tanto, instituímos, no art. 110 da presente Portaria, os seguintes cursos, detalhados em oito anexos,

a saber:

• I – Curso de Formação de Vigilante;

• II – Reciclagem do Curso de Formação de Vigilante;

• III – Curso de Extensão em Transporte de Valores;

• IV – Reciclagem da Extensão em Transporte de Valores;

• V – Curso de Extensão em Escolta Armada;

• VI – Reciclagem da Extensão em Escolta Armada;

• VII – Curso de Extensão em Segurança Pessoal Privada;

• VIII – Reciclagem da Extensão em segurança Pessoal privada

Nota-se acima que nas disciplinas do CF – curso de formação e extensão o profissional NÃO aprende especializações em culinária,pintura,ajudante de serivços gerais,manobrista, servente, copeiro e muitos outras funções.Então se analisarmos devemos ser um Vigilante Preventivo e não Vigilante Prestativo, quero deixar ciente que é uma obrigação de todo o profissional de segurança ser educado e esclarecido com o público orientando com zelo e diginidade suas atribuições, mas NÃO de ser prestativo com ajuda desnecessária, cito aqui um exemplo comum de uma ajuda à um cadeirante, o Vigilante Prestativo se desloca do seu local de trabalho deixando suas atribuições para ir lá ajudar, o Vigilante Preventivo não, ele posiciona-se em seu local de trabalho atento e solicita a ajuda de um funcionário local para ir lá ajudar o cadeirante subir uma rampa de acesso ou escada, pois ele sabe que está lá somente para proteger as instalações físicas do patrimônio e a integridade das pessoas e nada mais, cuidado na hora de usar o seu “bom senso” é como se diz um ditado popular o veneno pode virar contra o feiticeiro, o vigilante não é um guebra-galho ou assistente social que deve ajudar tudo mundo, é sim um profissional habilitado a executar serviços de segurança. Análise ao tomar suas decisões e pense nisso !!!!!!

Lema básico de segurança :”PARA EXECUTAR UM SERVIÇO DE SEGURANÇA, PRIMEIRO A MINHA SEGURANÇA DEPOIS A SUA”

Autor: ASP PAULO MELLO

Matéria publicada: segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

Artigo publicado:segurancaprivadadobrasil.blogspot.com / SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

Carteiras porta cédulas com brasão do vigilante

R$ 49,99


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Armas de choque vendidas pela internet podem ser fatais a vítimas

Nas polícias e guardas municipais, a arma de choque é uma arma de ataque. São 50 mil volts contra o crime.


“Vai dar uma descarga elétrica, trabalhar diretamente nos nervos da pessoa e impossibilitar qualquer movimento”, explica um policial.

“Pelos estudos que se tem, a letalidade da arma é próxima de zero”, afirma outro policial.

Eficiente, mas controlada. A pistola que dá choque só pode ser comprada e usada com autorização do Exército. O mesmo decreto que regulamenta essas pistolas de choque nada diz sobre outros modelos. São dispositivos parecendo bastões, telefones celulares e que funcionam do mesmo jeito: dando descargas elétricas nas vítimas.

Sem controle, o equipamento é vendido livremente como arma de defesa pessoal. Encontramos uma em um shopping popular. “Custa R$ 100”, diz um vendedor

A proteção virou negócio e caiu na rede mundial de computadores. Segundo especialistas, as armas não fiscalizadas podem dar choques mais potentes, oferecendo risco de vida para as vítimas.

“O choque pode induzir a uma arritmia complexa, que pode ser fatal, pode induzir a uma parada cardíaca”, alerta o cardiologista Antônio Nechar Júnior.


Fonte: Bom Dia Brasil

Vai fazer reciclagem?

Cemac Curso de Formação de Vigilantes


Av. Cel Carvalho, 163 - Barra do Ceará, Fortaleza - CE, 60341-630

União terá que indenizar vigilante de banco preso por barrar entrada de PF em agência bancária

A 6ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região condenou a União a pagar cerca de 10 mil reais em danos morais a vigilante de uma agência do HSBC em Niterói (região metropolitana do Rio de Janeiro). Ele fora preso por desacato porque, cumprindo ordem do gerente da agência, impediu que policial federal armado entrasse no banco.


Nos termos do relator do processo, desembargador federal Guilherme Couto, a Advocacia Geral da União (AGU) deverá exigir que o agente da PF que prendeu o vigilante devolva aos cofres públicos o valor referente à condenação. A medida, afirmou o magistrado, atenderá a posição do Supremo Tribunal Federal (STF): "A própria União está vinculada à súmula nº 11 do Supremo, e assim a AGU deve adotar as providências, após o trânsito em julgado desta decisão, para que o agente venha a ressarcir o erário pelo valor da condenação".

De acordo com o processo, ao ter sua entrada bloqueada, o policial federal passou a impedir a entrada dos demais clientes e criou tumulto na entrada da agência. Quando, algum tempo depois, sua passagem foi liberada pelo gerente, o policial pediu apoio de outros agentes, por telefone. Quase no horário de fechamento da agência, diante de outros clientes do banco, o vigilante foi algemado e levado no carro da polícia para a delegacia de Polícia Federal em Niterói, na qual foi mantido preso por mais de uma hora e meia. Ainda de acordo com o processo, o vigilante foi processado por desacato, mas essa ação criminal foi trancada por falta de justa causa.

Em sua defesa, a União sustentou que o agente da PF agiu no regular exercício do direito e que o uso de algemas é razoável por garantir a segurança de todos os envolvidos. Além disso, alegou que não é qualquer problema ou contratempo que gera direito a indenização por danos morais.

Já o desembargador Guilherme Couto ponderou que não há prova nos autos de que o vigilante tenha desacatado a autoridade. Para ele, os fatos não trouxeram mero dissabor ou aborrecimento corriqueiro: "Não há como negar, assim, que houve prática humilhante e constrangedora, não tanto apenas pela algema, mas sim por todo o conjunto da obra, na qual o vigilante parece ter sido vítima de truculência. E tudo ocorreu no local de trabalho", lembrou.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Vigilante é assassinado no local de trabalho

O vigilante José Nascimento Barbosa, 47 anos, foi brutalmente assassinado na madrugada deste domingo, dentro do local onde ele trabalhava, um canteiro de obras para a construção de uma escola, na avenida Osvaldo Cruz, bairro Águas Lindas, em Ananindeua. A vítima foi atingida por vários golpes de faca no peito e teve um profundo corte no pescoço.


O corpo do vigilante foi encontrado por populares no início da manhã, junto a uma árvore, no limite entre o terreno da obra e o de uma residência. Investigadores da Divisão de Homicídios da Polícia Civil encontraram manchas de sangue na porta de uma casa de madeira, que serve para abrigar funcionários e para armazenar materiais utilizados na obra. O cadeado da porta do abrigo havia sido arrombado.

Segundo os policiais que analisaram a cena do crime, a hipótese mais provável é que José tenha sido atacado e morto no mesmo local onde o corpo foi encontrado e que as manchas de sangue no abrigo dos funcionários tenham sido deixadas pelo assassino. Uma carteira e um cartão de crédito foram encontrados a poucos metros do corpo do vigilante.

Ao chegar ao canteiro de obras, a primeira suspeita do delegado Eliézer Machado foi a de que o vigilante tenha sido assassinado ao tentar impedir um roubo ao canteiro de obras. Após ouvirem relatos de um funcionário da obra, os investigadores passaram a trabalhar também com a hipótese de vingança. “A obra foi furtada há cerca de vinte dias. Alguns dias atrás, o vigilante expulsou um homem que estava urinando em uma árvore dentro da obra. Esse homem foi embora e voltou acompanhado de outro rapaz, para tomar satisfações. É provável que hoje (domingo) esses elementos tenham retornado para matar o vigilante”, disse o delegado.

Vigilante de empresa leva tiro ao sofrer tentativa de homicídio na BR 364

Na noite deste domingo (5), por volta de 20h45, o vigilante Cinézio Alves dos Reis, de 31 anos, foi alvejado com um tiro na perna esquerda ao ser surpreendido por dois homens que entraram na empresa em que trabalha, localizada na BR-364, no perímetro urbano de Rondonópolis.


No boletim de ocorrência, o vigilante relatou que ouviu palmas e alguém chamando por ele e dizendo que era de uma mecânica 24 horas. Quando se aproximou, um dos homens sacou a arma e antes de atirar falou “isso é pra você”.

.O funcionário reagiu e efetuou seis disparos na direção dos dois homens que ainda assim conseguiram fugir. Na fuga, o homem que estava de carona deixou cair uma camiseta de cor verde com vermelho e uma toca azul.

Segundo o vigilante, os indivíduos estavam em uma moto Bis vermelha, um deles era moreno, alto e usava roupa escura. O outro, de acordo com a descrição da vítima, era branco e baixo. O vigilante ligou para um amigo que acionou o Samu. Ele foi encaminhado para o Hospital Regional e passa bem.

Ainda conforme o boletim, o funcionário relatou que os dois homens tinham as mesmas características de suspeitos que tentaram assaltar a empresa há cerca de um mês.

Comerciante é baleado

O comerciante Jean Souza Rodrigues, de 31 anos, dono de um bar no Jardim Carlos Bezerra 3, em Rondonópolis, foi alvejado a tiros nas duas mãos enquanto trabalhava. O alvo era um homem de alcunha ‘Neguinho’, que também estava no estabelecimento, mas nada sofreu.

O comerciante relatou no boletim de ocorrência que ‘Neguinho’ pediu uma cerveja e quando foi servir a bebida um homem entrou no bar e disparou contra ele três vezes. Os tiros acertaram o comerciante e o suspeito fugiu.

Ladrões roubam caixa eletrônico do BB

O caixa eletrônico do Banco do Brasil, localizado a cerca de 30 metros da portaria principal do Praia Clube, na Praça Plínio Crosara, no bairro Copacabana, foi roubado na madrugada de ontem. De acordo com um dos vigilantes do clube, que não quis ser identificado, o primeiro sócio chegou por volta das 6h40 e notou que algo estranho havia acontecido. “O sócio disse que tocou no caixa eletrônico e ele ainda estava quente. Provavelmente por causa do maçarico que a perícia disse ter sido usado para cortar o compartimento das notas”. Os ladrões fizeram um buraco de aproximadamente 20cm de largura por 10cm de altura.


Ainda de acordo com o vigilante que acompanhou de perto o trabalho da perícia, várias notas de R$ 20 e R$ 50 ficaram queimadas. Um dos funcionários da empresa que faz o controle e o abastecimento dos valores disse ao vigilante que o caixa foi abastecido na tarde de segunda feira com aproximadamente R$ 300 mil.

De acordo com a polícia, os suspeitos cobriram a câmera de segurança com um pedaço de fita e parte da porta de vidro com um plástico preto para não serem identificados. No local foram encontrados ainda um par de luvas, uma toalha de banho e uma garrafa de água. Os objetos podem ter sido usados durante a ação dos bandidos para evitar queimar a mão.

O dinheiro que sobrou na máquina foi levado pela empresa para conferência. A reportagem do CORREIO de Uberlândia tentou contato com alguém da empresa, porém, não havia ninguém para falar sobre o assunto. A quantia roubada não foi informada. Há suspeitas de que o crime tenha sido praticado por dois homens.

Banco do Brasil lança projeto que diminui segurança nas agências

Um projeto piloto do Banco do Brasil que prevê a retirada das portas giratórias de todas as agências do país entrará em teste em Cuiabá. O Sindicato dos Bancários de Mato Grosso é contrário a tal decisão, uma vez que isso facilita a ação de bandidos e fragiliza os funcionários e clientes.


A primeira unidade do BB que entrará em fase de teste é a agência da rua Carmindo de Campos. O Banco do Brasil ignora o fato de ser o banco com o maior índice de assaltos/tentativas em Mato Grosso. Exemplo disto ocorreu no ano passado. De 20 roubos realizados em unidades bancárias do Estado em 2009, nove foram no BB.

Na contramão da lógica e de uma política de responsabilidade social, o banco se recusa a investir em segurança e ainda reduz os itens que dificultariam a ação dos ladrões nas agências. O bancário e o cliente agora estarão mais suscetíveis a ação dos criminosos. Um levantamento realizado pelo Seeb-MT mostra que neste ano 14 agências foram roubadas/tentativas, sendo que desse total quatro eram do BB.
“Se não bastasse a onda de assaltos por que estamos passando, o Banco do Brasil simplesmente ignora a necessidade de intensificar a segurança em suas agências. Sabemos que a porta eletrônica não impede a ação de bandidos, mas com certeza ela dificulta. Com essa mudança, além dos ladrões de banco profissionais, os bancários e clientes estarão à mercê de qualquer bandidinho que poderá entrar armado sem ser percebido. É um absurdo que um banco sequer cogite tal possibilidade”, argumenta o secretário de Assuntos Jurídicos do Seeb-MT e funcionário do BB, Alex Rodrigues.

O Sindicato dos Bancários é contra a retirada das portas giratórias das agências. O item segurança é um dos temas que estão sendo discutidos na Campanha Salarial 2010. O movimento sindical tem cobrado dos bancos a instalação de mais itens de segurança em cada unidade. A vida do bancário e do cliente é muito mais importante que qualquer valor roubado, dinheiro este que é segurado.

A falta de itens de segurança nos bancos tem propiciado roubos em Mato Grosso. O mais recente ocorreu no dia 31 de agosto no município de Jangada, a 80 quilômetros de Cuiabá. Sem nenhum item de segurança, inclusive a porta giratória, dois ladrões armados invadiram a unidade. Os dois agrediram funcionários e vigias, renderam clientes e roubaram o dinheiro da agência.

“Não aceitaremos que o Banco do Brasil exponha seus funcionários e clientes desta forma. Tomaremos as medidas necessárias para impedir esse abuso”, esclarece Rodrigues.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Aposentadoria Vigilante

Caros amigos, chega a ser desesperadora minha dúvida sobre aposentadoria do vigilante. Por mais que eu leia as discussões do fórum ainda não consigo compreender certos assuntos. Primeiro: os vigilantes me questionam sobre aposentadoria aos 25 anos. Como é isso?O que significa 25 anos contínuos? Quer dizer que um vigilante diferente de todo mundo pode se aposentar aos 25 anos de contribuição e não 30 ou 35 conforme o caso?E a questão de pedir ou não laudo nas empresas?Eu entendo que ao fazer a contagem de tempo, onde constar período anterior a 95 como vigilante lanço o adicional de 1,40%. Não funciona assim? Necessito de laudo? E o vigilante precisa portar arma ou estar sujeito a condições insalubres?Enfim, quero que imaginem um cliente sentado em minha mesa, eu tendo que fazer a contagem de tempo. Quando lançar ou não o adicional; quando pedir para pegar laudos nas empresas trabalhadas; como responder a questão dos 25 anos para aposentadoria, enfim, qual a situação de um vigilante? Por favor me respondam, pois meu emprego está em jogo. Preciso saber sobre aposentadoria de vigilante.

RESPOSTA:

A lei 9032, de 28 de abril de 1995, acabou definitivamente com a possibilidade de aposentadoria especial ou contagem de tempo especial apenas por exercer uma atividade. Entre elas a de vigilante e vigia.


De concreto como orientação o entendimento do INSS exposto em inúmeras Instruções Normativas sendo a última a de número 20 de outubro de 2007 cujos dispositivos sobre o assunto abaixo transcrevo. Se quiser ler melhor procure em www.previdencia.gov.br e legislação e procure a IN 20. Aposentadoria especial é pelo art. 155.

Abaixo o que interessa:

Art. 170. Deverão ser observados os seguintes critérios para o enquadramento do tempo de serviço como especial nas categorias profissionais ou nas atividades abaixo relacionadas:

I – telefonista em qualquer tipo de estabelecimento:


a) o tempo de atividade de telefonista poderá ser enquadrado como especial no código 2.4.5 do quadro anexo ao Decreto nº 53.831, de 25 de março de 1964, até 28 de abril de 1995;

b) se completados os vinte e cinco anos, exclusivamente na atividade de telefonista, até 13 de outubro de 1996, poderá ser concedida a aposentadoria especial;

c) a partir de 14 de outubro de 1996, data da publicação da MP nº 1.523, de 11 de outubro de 1996, não será permitido o enquadramento em função da denominação profissional de telefonista.

II – guarda, vigia ou vigilante até 28 de abril de 1995:

a) entende-se por guarda, vigia ou vigilante o empregado que tenha sido contratado para garantir a segurança patrimonial, impedindo ou inibindo a ação criminosa em patrimônio das instituições financeiras e de outros estabelecimentos públicos ou privados, comerciais, industriais ou entidades sem fins lucrativos, bem como pessoa contratada por empresa especializada em prestação de serviços de segurança, vigilância e transporte de valores, para prestar serviço relativo a atividade de segurança privada a pessoa e a residências;

b) a atividade do guarda, vigia ou vigilante na condição de contribuinte individual não será considerada como especial;

c) em relação ao empregado em empresa prestadora de serviços de vigilância, além das outras informações necessárias à caracterização da atividade, deverá constar no formulário para requerimento da aposentadoria especial os locais e empresas onde o segurado esteve desempenhando a atividade;

Então, somente até 28/4/1995, pode o serviço de vigia ou vigilante ser considerado especial multiplicando por 1,4 o período como trabalhado até então. Há algumas divergencias jurisprudenciais se o fator é 1,4 ou 1,2 dependendo do período. Mas atualmente parece que o entendimento é que o fator 1,4 é para ser usado a qualquer tempo. O vigia ou vigilante que começou a trabalhar a partir de 29/4/1995 só vai se aposentar com 35 anos de contribuição. Na especial somente quem completou 25 anos até 28/4/1995 trabalhando como vigia ou vigilante. Podendo ser feita conversão do tempo especial em comum até 28/4/1995 para quem não alcançou nesta data os 25 anos para somado ao tempo comum posterior até alcançar o resultado 35 anos.

Quanto a condições insalubres, jamais pelas exigencias da profissão vigia ou vigilante vai se sujeitar a elas. Até 28/4/1995 a atividade era considerada periculosa por risco de assaltos. Mas há muito tempo que nenhuma atividade periculosa dá direito a aposentadoria especial. Ainda que haja laudo atestando periculosidade. Nunca houve necessidade de laudo para aposentadoria especial de vigia ou vigilante. Apenas era necessário comprovar o exercício de atividade.

Quanto a você fazer contagem de tempo??? Isto é o INSS que faz. Você não tem controle nenhum sobre isto.