sábado, 23 de outubro de 2010

Vigias ou Vigilantes

As empresas que tenham objeto econômico diverso da vigilância ostensiva e do transporte de valores, que utilizem pessoal de quadro funcional próprio, para execução dessas atividades, ficam obrigadas ao cumprimento do disposto na lei e demais legislações pertinentes.
São considerados vigilantes, para efeito da referida lei, o empregado contratado para a execução das seguintes atividades:

REQUISITOS PARA A PROFISSÃO

Para o exercício da profissão, o vigilante deverá preencher os seguintes requisitos:

ser brasileiro;

ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos;

ter instrução correspondente à quarta série do primeiro grau;

ter sido aprovado, em curso de formação de vigilante, realizado em estabelecimento com funcionamento autorizado nos termos da Lei 7.102/83;

ter sido aprovado em exame de saúde física, mental e psicotécnico;

não ter antecedentes criminais registrados; e

estar quite com as obrigações eleitorais e militares.

O exercício da profissão de vigilante requer prévio registro na Delegacia Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho, que se fará após a apresentação dos documentos comprobatórios das situações elencadas acima.

DIREITO AO ADICIONAL NOTURNO

São assegurados ao vigia e vigilante noturno os mesmos direitos assegurados aos demais trabalhadores noturnos.

Além da redução da hora noturna para 52 minutos e 30 segundos, haverá o pagamento do adicional noturno de no mínimo 20% sobre a hora diurna.

DAS GARANTIAS

O vigilante usará uniforme somente quando em efetivo serviço ao qual é assegurado:

uniforme especial à custa da empresa a que se vincular;

porte de arma, quando em serviço;

prisão especial por ato decorrente do serviço;

seguro de vida em grupo, feito pela empresa empregadora.

ADICIONAL DE PERICULOSIDADE

Para obter a íntegra do presente tópico, atualizações, exemplos e jurisprudências, acesse Vigias ou Vigilantes, no Guia Trabalhista On Line.


Extraído do site: http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/Vigilante.htm

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Portal dos Vigilantes

Faixa publicitária

Jornal do Vigilante

Associação Nacional Vigilantes


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Vigilantes e passageiros se desentendem em trem na Grande SP

Confusão teria começado com brincadeira de adolescentes. Seguranças foram afastados e serão investigados por lesão corporal.
Um grupo de adolescentes e crianças se desentendeu com seguranças em um trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) neste fim de semana, na Grande São Paulo.

No início da viagem, duas vigilantes da empresa responsável pela segurança dentro dos trens estavam por perto enquanto os passageiros conversavam e brincavam. Uma das seguranças foi até os adultos que levavam crianças para um parque de diversões na capital paulista e pediu para que eles parassem de provocá-las.

Quando o trem parou na estação Osasco, os rapazes foram puxados para fora. As crianças se desesperaram e uma menina ficou caída no chão do trem, gritando de dor. Um passageiro que viajava no mesmo vagão tentou acalmar os ânimos, mas não adiantou. Um rapaz afirmou ter sido agredido e avançou contra um vigilante. O jovem acabou arrastado pelo pescoço.

Segundo um dos jovens, o tumulto começou por causa de uma brincadeira que ele mesmo fez e que uma agente de segurança que estava nos vagões interpretou como provocação.

“Não houve tempo de explicação porque já abriram a porta puxando para fora eu só falava: ‘Por favor, não fala isso porque não tem nenhum vândalo. O vagão está intacto, ninguém fez nada'”, relatou um dos jovens, Douglas Dias Xavier.

A menina que caiu no trem e um padeiro de 72 anos foram levados para o hospital por causa de ferimentos. Os seguranças que acusaram os jovens de ameaça vão ser investigados por lesão corporal. Segundo a CPTM, eles foram afastados. Uma investigação foi aberta para apurar as responsabilidades.
Veja o vídeo


Da PlugMania




domingo, 3 de outubro de 2010

Menor é baleado por Vigilante ao tentar roubar posto

Crime aconteceu na noite de ontem na rodovia BR-050
Um menor de 17 anos foi ferido com quatro tiros na noite de ontem quando tentava roubar, acompanhado de outra pessoa, um posto de gasolina na rodovia BR-050, a 6 quilômetros da saída de Uberlândia para Araguari.
Segundo o boletim de ocorrência, os dois chegaram ao posto em uma motocicleta Yamaha vermelha. Pararam o veículo em frente ao caixa e anunciaram o roubo.

O menor estava armado com um revólver calibre 32 e deu um tiro para intimidar os funcionários. Neste instante um vigilante do local deu ordem para o menor largar a arma. Ele não obedeceu e o vigilante deu quatro disparos. Um deles entrou na clavícula do menor e saiu no peito. O outro rapaz que praticava o roubo fugiu em sentido ignorado.
O vigilante, que deu os disparos, deixou a arma no posto e saiu do local e não foi encontrado pela Polícia Militar (PM). A arma foi apreendida pela polícia.
O menor foi levado em estado grave ao Pronto Socorro do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC/UFU). Segundo informações da PM ele está consciente e não corre risco de morte, mas pode ficar paraplégico, pois reclama que não sente as pernas. Ele possui passagens por tráfico e porte ilegal de arma. A polícia faz busca para prender o outro autor do crime.
Fonte:
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  5. Jovens de classe média que “brincaram” de roubar loja da Ferrari se entregam

Códigos Q

.:: Código Q ::.

Q.A.P ::: na escuta
Q.A.R ::: desligar
Q.R.N ::: interferência
Q.R.A ::: nome do operador
Q.R.L ::: estou ocupado
Q.R.M ::: interferência humana
Q.R.Q ::: transmita mais depressa
Q.R.S ::: transmita mais devagar
Q.R.T ::: fora do ar
Q.R.U ::: tens algo para mim
Q.R.V ::: as suas ordens
Q.R.X ::: aguarde
Q.R.Z ::: fale quem chamou
Q.S.A ::: como está recebendo
Q.S.L ::: entendido

Q.S.M ::: está ouvindo
Q.S.O ::: comunicado aviso
Q.S.P ::: fazer ponte
Q.T.C ::: mensagem
Q.T.H ::: endereço
Q.T.R ::: horário exato
Q.T.U ::: horário
Q.T.A ::: última forma
Q.S.V ::: viatura
Q.S.D ::: motorista
Q.S.J ::: dinheiro
T.K.S ::: obrigado

.:: Código Fonético Internacional ::.

A ::: Alfa
B ::: Bravo
C ::: Charlie
D ::: Delta
E ::: Echo
F ::: Fox
G ::: Golf
H ::: Hotel
I ::: Índia
J ::: Juliet
K ::: Kilo
L ::: Lima
M ::: Mike
N ::: November
O ::: Oscar
P ::: Papa
Q ::: Quebec
R ::: Romeu
S ::: Sierra
T ::: Tango
U ::: Uniform
V ::: Victor
W ::: Whiskey
X ::: X-Ray
Y ::: Yankee
Z ::: Zulu  .::

 Numerais ::. 

 1 ::: Primeiro
2 ::: Segundo
3 ::: Terceiro
4 ::: Quarto
5 ::: Quinto
6 ::: Sexto
7 ::: Sétimo
8 ::: Oitavo
9 ::: Nono
0 ::: Nulo / Negativo

sábado, 2 de outubro de 2010

Registro e Porte de Armas

O cidadão civil precisa observar uma série de requisitos para comprar ou portar uma arma. O

primeiro deles é obter o certificado de registro junto ao órgão competente. Esse documento

permitirá que o proprietário mantenha a arma no interior de sua residência ou em seu local de

trabalho para defesa pessoal ou do seu patrimônio.

Com o registro, já é possível solicitar o porte.

Didaticamente, pode-se explicar a diferença entre registro e porte de armas através da seguinte

comparação: registro equivale ao certificado de propriedade de um automóvel; porte corresponde

à carteira de habilitação, que permite conduzir o carro.

O fato de comprarmos um automóvel não nos dá direito de dirigí-lo até estarmos habilitados; da

mesma forma, termos o registro de um revólver não nos dá o direito de conduzí-lo até obtermos o

porte. Para o registro de uma arma, a nova lei exige os seguintes documentos: do interessado;

* dados pessoais (nome, filiação, profissão, endereço, identidade…); da arma;

* número de cadastro no Sinarm;

* identificação do fabricante e do vendedor;

* número e data da nota fiscal de venda;

* espécie, marca, modelo e número;

* calibre e capacidade de cartuchos;

* funcionamento (repetição), semiautomática ou automática);

* quantidade de canos e comprimento;

* tipo de alma (lisa ou raiada);

* quantidade de raias e sentido.

Para a obtenção do porte de arma (expedido pela Polícia Federal, se for nacional, ou pelas polícias

civis, se for estadual), são necessários os seguintes documentos:

* Certificado de Registro com cadastro no Sinarm;

* Comprovação de idoneidade, com apresentação de certidões de antecedentes criminais

fornecidas pela Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral, e de não estar o interessado

respondendo a inquérito policial ou a processo criminal por infrações penais cometidas com

violência, grave ameaça ou contra a incolumidade pública;

* Comprovação de comportamento social produtivo;

* Comprovação da efetiva necessidade do porte;

* Comprovação de capacidade técnica para manuseio de arma de fogo atestada por instrutor de

armamento e tiro do quadro das polícias federal e civis ou por estas habilitado;

* Aptidão psicológica para manuseio atestada em laudo conclusivo fornecido por psicólogo do

quadro das polícias federal ou civis ou credenciado por estas;

* Pagamento da taxa estipulada para concessão de porte.

O conselho para quem deseja comprar uma arma é procurar um revendedor autorizado e solicitar

o registro. Desta forma, tem-se a garantia de qualidade e colabora-se para o fim do contrabando.

Afinal, como reza o Artigo 5º da Constituição Federal, todos > têm direito à vida, à liberdade e à

segurança

REQUISITOS PARA OBTENÇÃO DE

PORTE FEDERAL DE ARMA

1. Idade mínima de 25 anos;

2. Requerimento SINARM, preenchido e assinado pelo requerente;

O Porte Federal de Arma será requerido junto à Superintendência Regional do DPF, na Uni-

dade de Federação em que reside ou possui domicílio fiscal o requerente, ressalvada a com-

petência da CGDI/DIREX.

O formulário REQ. SINARM será fornecido gratuitamente pela DELINST nas Superintendên-

cias Regionais e pela CGDI/DIREX/DPF no EDIFÍCIO SEDE/DPF.

O preenchimento será manual ou mecânico, sempre de forma legível e sem rasura.

No ato da apresentação é indispensável a presença do requerente em razão da coleta de

impressão digital, que constará do porte.

3. Apresentação do Certificado do Registro de Arma de fogo, cadastrada no SINARM;

O requerente no momento da apresentação entregará uma cópia xerográfica do certificado.

4. Apresentação de original e cópia:

a. Cédula de Identidade;

b. Título de eleitor;

c. CPF.
5. Duas (02) fotos 3×4, recentes e de fundo azul.

6. Apresentação de documento comprabatório de comportamento social produtivo.

O documento atestará atividade desenvolvida pelo requerente, não sendo necessário que

seja remunerada.

7. Comprovação da efetiva necessidade, por exercício da atividade profissional de risco ou ame-

aça à integridade física do requerente.

O documento comprobatório será firmado pelo requerente, se autônomo, não sendo pelo Ór-

gão ou Empresa em que trabalhe.

8. Comprovar no pedido de aquisição e em cada renovação do registro, idoneidade e inexistên-

cia de inquérito policial ou processo criminal, por meio de certidões de antecedentes criminais

fornecidas pela Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral.

As certidões serão requeridas junto aos Cartórios Distribuidores das respectivas Justiças.

Serão realizadas averiguações com relação a inquérito policial ou processo criminal, quanto

às infrações acima citadas.

9. Aptidão psicológica para manuseio de arma de fogo, atestada em laudo conclusivo fornecido

por psicólogo servidor da Polícia Federal inscrito no Conselho Regional de Psicologia, ou

credenciado por esta.

Quando o exame for realizado por pessoa credenciada, a despesa decorrente será de res-

ponsabilidade do examinando.

O exame será marcado quando do ato do requerimento do Porte.

10. Comprovação de capacidade técnica para manuseio de arma de fogo, atestada por instrutor

de armamento e tiro do quadro da Polícia Federal, ou habilitado por esta, por empresa de

instrução de tiro registrada no Comando do Exército, por instrutor de armamento e tiro das

Forças Armadas ou Auxiliares.

O exame de comprovação de capacidade técnica consistirá em:

a. Conhecimento do conceito de arma de fogo e das normas de segurança;

b. Conhecimento básico das partes e componentes de arma de fogo;

c. Demonstração, em estande, do uso correto da arma de fogo.

O exame somente será realizado após o requerente ser aprovado na aferição de aptidão psi-

cológica para manuseio de arma de fogo.

11. Comprovante de taxa paga.

Somente será autorizado o recolhimento da taxa estipulada para o Porte Federal de Arma

após a aprovação do requerente.

A GRU/FUNAPOL está disponível para preenchimento e impressão pela internet.

O Recolhimento da taxa poderá ser feito em qualquer agência bancária.

TABELA DE TAXAS

CÓD. RECEITA

SITUAÇÃO

R$

140520

I – Registro de arma de fogo

300,00

140538

II – Renovação de registro de arma de fogo

300,00

140384

III – Expedição de porte de arma de fogo

1.000,00

140406

IV – Renovação de porte de arma de fogo

1.000,00

140546

V – Expedição de segunda via de registro de arma de fogo

300,00
140392

VI – Expedição de segunda via de porte de arma de fogo

1.000,00

Fonte: Departamento de Polícia Federal

Centro de Treinamento - Fone/Fax: (47) 3454-0400

Rua Jativoca, 3470 - Nova Brasília - CEP 89.214-460 - Joinville - SC - Brasil

Escritório Comercial Central - Fone/Fax: (47) 3433-3182

Rua 9 de março, 337 - Ed. Rudenas, Sala 218 - CEP 89201-400 - Joinville - SC - Brasil

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Uso de armas não letais gera polêmica na segurança

Escolta impede roubo de caminhão dos Correios

A carga está avaliada em mais de R$ 2 milhões. Os criminosos começaram a atirar e a equipe de escolta do caminhão revidou. Os assaltantes desistiram do roubo e fugiram.

Seguranças de carro-forte são mortos por assaltantes em São Paulo

Troca de tiros aconteceu em um posto de combustíveis na zona sul da capital


Dois seguranças de um carro-forte morreram, na noite deste sábado (11), em uma troca de tiros com assaltantes na zona sul de São Paulo.

Dois seguranças de um carro-forte morreram, na noite deste sábado (11), em uma troca de tiros com assaltantes na zona sul de São Paulo.

A tentativa de assalto aconteceu em um posto de combustíveis na estrada Guavirutuba, no Jardim Ângela, por volta das 19h, segundo informações da Polícia Militar. Um funcionário do estabelecimento foi atingido por um tiro de raspão, mas não corre risco de morrer.

Os seguranças abasteciam o caixa eletrônico do posto quando foram surpreendidos por homens armados com fuzis. Eles chegaram em uma Kombi e em uma motocicleta e anunciaram o assalto. Houve troca de tiros e os seguranças foram baleados. Eles ainda foram socorridos ao Pronto Socorro do Hospital Municipal de M’boi Mirim, mas os vigias não resistiram aos ferimentos e morreram.

A polícia não informou se os bandidos conseguiram levar o dinheiro e qual seria a quantia roubada. Buscas estão sendo feitas na região do assalto. O caso foi registrado no 92º Distrito Policial, no Parque Santo Antônio.

Quadrilha faz assalto milionário em Empresa de Segurança na Pampulha

Quadrilha armada com fuzis invadiu enmpresa no Bairro Ouro Preto


Uma quadrilha fortemente armada promoveu um assalto milionário na manhã deste sábado em uma empresa de segurança na Região da Pampulha, em Belo Horizonte.

A quadrilha que assaltou uma empresa de segurança em Belo Horizonte na manhã deste sábado (4) levou pelo menos R$ 45 milhões, afirmou na noite deste sábado (4) o delegado responsável pela investigação, Islande Batista, chefe do Deoesp (Departamento de Divisão Especializada de Operações Especiais).

Ainda segundo o delegado, 18 criminosos planejavam o crime há quatro meses. O valor roubado foi contabilizado por meio de boletos de numerário que estavam na sede da empresa, responsável pelo transporte de valores das agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal da Região Norte da capital. O superintendente comercial da Embraforte, Rodrigo Vilhena, não confirmou o valor roubado e não quis falar do roubo.

Um grupo de 15 homens invadiram a empresa no bairro Ouro Preto, região da Pampulha, armados com fuzis, metralhadoras e pistolas automáticas. O assalto começou na tarde da sexta-feira (3), quando integrantes da quadrilha procuraram três funcionários da empresa, entre eles, o chefe da segurança Alexandre Diniz, em suas casas, nos bairros Sagrada Família e Califórnia. Eles se identificaram como agentes da Polícia Federal e alegaram que todos seriam levados para a sede da PF para averiguações.

Os funcionários foram sequestrados e mantidos em cativeiro no bairro Fortaleza, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, onde passaram toda a noite.

No início desta manhã, quatro dos suspeitos deixaram o cativeiro com os funcionários da Embraforte - um tesoureiro, um diretor e Alexandre Diniz - e foram até a sede, na rua Major Lage. Vinte funcionários da empresa foram feitos reféns e os assaltantes roubaram todo o conteúdo do cofre. Dois veículos e um minicaminhão-baú foram usados para a fuga e o transporte do dinheiro.

Segundo a polícia, um dos veículos foi encontrada no final da manhã em Ribeirão das Neves, área onde está concentrada a maior parte das buscas. Testemunhas e reféns contaram que a quadrilha, que teria 15 integrantes, estava bem vestida, trajando terno e gravata e que um deles portava identificação da Polícia Federal. Os criminosos tinham um grande levantamento da empresa, inclusive com fotos do galpão na Pampulha.

Após levarem o dinheiro, os reféns foram libertados na empresa, assim como parentes de funcionários mantidos presos em suas casas. Ninguém ficou ferido.

Vigilante é despedido por dormir em serviço

O trabalhador foi pego dormindo em serviço. Era vigilante de uma empresa terceirizada, que tinha como principal atribuição a guarda do patrimônio do Município de Ribeirão Preto. O inspetor do serviço fotografou o funcionário acusado de desídia, no momento em que dormia, em sono profundo. Não foi percebido. O trabalhador foi pego dormindo em serviço. Era vigilante de uma empresa terceirizada, que tinha como principal atribuição a guarda do patrimônio do Município de Ribeirão Preto. O inspetor do serviço fotografou o funcionário acusado de desídia, no momento em que dormia, em sono profundo. Não foi percebido.


O vigilante negou que estivesse dormindo, afirmando que apenas tirava um cochilo. Por isso, pleiteou, em recurso, danos materiais, "por ter sido arrancado o seu meio de sobrevivência", e morais ("as acusações feriram sua honra e levaram-no a total desmoralização, fechando as portas do mercado de trabalho").

Inconformado com a decisão da 3ª Vara do Trabalho de Ribeirão Preto, que acolheu o pedido da reclamada, empresa de segurança, de despedida por justa causa, o trabalhador recorreu da sentença pedindo também, além da reversão da justa causa e do deferimento de verbas rescisórias e multas previstas nos artigos 467 e 477 da CLT (uma vez não caracterizada a desídia), a ampliação da condenação em horas extras.

O trabalhador alegou que os horários registrados nos cartões de ponto são válidos. Ele sustentou também que houve violação ao intervalo interjornada e pleiteou o pagamento dos domingos e feriados em dobro. Afirmou ainda que as diferenças de adicional noturno não podem se limitar aos dias de dobra de jornada e requereu por fim a reforma da sentença no tocante ao vale/ticket refeição.

O segundo reclamado (Município) também recorreu, pedindo o afastamento de sua responsabilidade subsidiária. Sustentou que "não subscreveu as convenções coletivas acostadas aos autos, de sorte que não lhe pode ser imputado o pagamento de multas convencionais".

A primeira reclamada (empresa de segurança) alegou, preliminarmente, "o cerceamento de defesa, requerendo seja declarada a nulidade do julgado". Alegou que é indevida a condenação ao pagamento das férias do período aquisitivo de 2006/2007. Rebelou-se contra o deferimento de adicional noturno sobre as horas em prorrogação ao horário noturno. Sustentou que não pode prosperar a condenação em horas extras. Asseverou que deve ser excluído da condenação o deferimento de intervalo intrajornada.

O acórdão da 5ª Câmara do TRT da 15ª reconheceu que o vigilante dormiu em serviço e por isso manteve a sentença do juízo de primeiro grau. Porém, julgou parcialmente procedentes alguns pedidos do trabalhador, especialmente no que se refere às horas extras, reconhecendo como extras as horas excedentes à 8ª diária e 44ª semanal.

Também condenou as reclamadas "ao pagamento do período suprimido de intervalo de 11 horas entre jornadas entre turnos com o acréscimo do adicional de horas extras, com reflexos em descansos semanais remunerados, 13º salário, férias e FGTS, bem como ao pagamento dobrado do labor nestes dias, diferenças de adicional noturno e do vale refeição nos meses de novembro e dezembro de 2006 e março e abril de 2007".

Mas reduziu a condenação da empresa de segurança quanto às férias do período aquisitivo às diferenças que não foram pagas. Quanto ao recurso do Município de Ribeirão Preto, a Câmara manteve a decisão do juízo de primeira instância, permanecendo a municipalidade como devedor subsidiário. O relator foi o desembargador Lorival Ferreira dos Santos. (Fonte: TRT da 15ª Região)

Sindicalista é assassinado em frente à empresa Sony em Manaus

MANAUS - O diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Manaus, José Augusto de Lima Cruz, 47, foi assassinado por volta das 6h de hoje (1º) por um vigilante terceirizado da empresa Sony do Brasil, localizada no Distrito Industrial de Manaus. Ele morreu com um tiro no peito após discutir com o segurança Hernandes Pulga Neto.

O sindicalista panfletava no local e teria sido advertido pelo vigilante a parar com a distribuição do material em frente à empresa. “Estávamos panfletando quando o vigilante saiu armado da empresa e mandou que saíssemos do local” disse o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, Nilson Soares.Segundo Soares, eles alegaram que a panfletagem não atrapalharia a entrada e saída de funcionários da fábrica. “Enquanto tentávamos resolver a situação fomos surpreendidos com ele sacando a arma. Nem houve uma discussão tão grave”, explicou. O vigilante fugiu em uma motocicleta após o crime.

Tumulto e paralisação da fábrica

Dezenas de manifestantes invadiram a fábrica para protestar contra a morte de José Augusto. Houve discussão entre sindicalistas e policiais no pátio da empresa. O helicóptero do Grupamento Aéreo (Graer) da PM foi acionado e sobrevoou o local.

Um policial militar, não-identificado, deu voz de prisão ao sindicalista que resistiu a ação. O tumulto só terminou quando o advogado do Sindicato dos Metalúrgicos, Jorge Guimarães, negociou com os policiais. Ninguém foi preso.

No outro lado da empresa, aproximadamente 60 funcionárias passaram mal. Elas foram removidas por dois microônibus. Cada veículo tem capacidade para 25 pessoas sentadas, mas houve superlotação.
Cerca de 40 linhas de montagem da Sony do Brasil foram paralisadas. A Sony do Brasil informou em nota divulgada à imprensa, lamentar a morte do sindicalista.  A fábrica, segundo a assessoria, exigirá esclarecimentos da empresa terceirizada responsável pela segurança. A Sony também informou disponibilidade em colaborar com a investigação.


Arma apreendida

O titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Seqüestros (DEHS), Mariolino Brito, informou que a autoria do crime já está esclarecida. A arma do crime, um revólver calibre 38 especial com quatro munições, também feriu apreendida.

Segundo o delegado, o vigilante não é considerado foragido. “Neste momento, ele está sendo procurado. Ele só seria considerando foragido se a prisão preventiva dele já tivesse sido decretada ou se o período de flagrante já estivesse expirado”, disse.
A arma está registrada no nome da empresa. Foto: Florêncio Mesquita


A morte de José Augusto totaliza o oitavo homicídio ocorrido nesta semana em Manaus A irmã da vítima foi a primeira testemunha ouvida na DEHS. José Augusto de Lima Cruz era sindicalista há dez anos. Outros dois sindicalistas presentes no momento do crime devem ser ouvidos ainda hoje.