segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Vigilantes poderão ser proibidos de portar arma de fogo

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7314/10, da deputada Solange Amaral (DEM-RJ), que proíbe vigilantes de portas armar de fogo, exceto quando estiver trabalhando em transporte de valores. Segundo a proposta, será permitido ao vigilante, quando em serviço, utilizar somente cassetetes de borracha ou de madeira.

O texto estabelece que, durante o transporte de valores, os vigilantes poderão portar revólver calibre 32 ou 38 ou espingarda de calibres 12, 16 ou 20, de fabricação nacional.

A proposta altera a Lei 7.102/83, que estabelece normas paras as empresas de vigilância e de transporte de valores. A legislação atual permite ao vigilante portar armas de fogo em serviço, desde que a arma seja da empresa para a qual trabalha. Esta precisa ter autorização de funcionamento emitida pela Polícia Federal.

De acordo com a autora, a necessidade de proteção dos cidadãos não pode servir de justificativa para o armamento de algumas categorias sem o devido controle da sociedade. Para ela, vigilantes que desempenham suas funções no interior de agências bancárias não têm necessidade de portar arma. Hoje, a empresa que utilizar vigilante desarmado em instituição financeira está sujeita a multa.

"O vigilante que está na recepção de um estabelecimento comercial, no trato direto com um grande fluxo de cidadãos, de forma a lhes oferecer segurança, não pode funcionar como o estopim deflagrador de violências e barbáries", argumenta a deputada.

Agência Câmara

OBS: Opinião do SVNIT : É nesta hora que vamos ficar com o pires na mão implorando aos deputados que não deixem ser aprovado um projeto como este.

Por isso que a categoria precisava de ter um representante na câmara dos Deputados em Brasilia.

Fonte: Agência Câmara
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Polícia Federal modifica normas sobre vigilância e segurança

Fonte Sindiforte - RJ

O A portaria nº 1.670, de 20 de outubro, recém publicada no Diário Oficial da União, trata das normas sobre segurança privada, alterando vários itens da portaria nº 387, de 2006. Entre as novidades, a especificação do material que precisa ser utilizado na blindagem de carros que transportam valores.

O texto diz expressamente que "é de responsabilidade da empresa de transporte de valores a manutenção dos veículos em perfeito estado, inclusive quanto à eficiência da proteção balística empregada".

Em relação ao uso de armamento em cursos de formação, fica estabelecido que o treinamento em pistola calibre 380 é restrito aos vigilantes que possuem extensão em escolta armada, transporte de valores ou segurança pessoal.

José Bezerra, Presidente do Sindiforte, alerta para a importância dos trabalhadores em transporte de valores conhecerem bem a nova portaria: “O Sindicato só pode agir mediante denúncia de irregularidades observadas pelos trabalhadores e para que a categoria saiba o que está errado, primeiro é preciso conhecer a regra”.

Clique aqui para conhecer a íntegra da nova portaria