quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Empresa de segurança privada abre vagas para vigilante e porteiro

Fonte: EPTV.COM
Grupo GR está com 210 vagas para o interior de São Paulo
O Grupo GR, empresa que atua nas áreas de segurança privada e serviços para condomínios, empresas e indústrias, abriu 210 vagas nos municípios de Campinas, Jundiaí e Cabreúva, no estado de São Paulo.
As oportunidades são para vigilante, porteiro e agente de conservação, de ambos os sexos. A faixa salarial oferecida varia de R$ 598,00 a R$ 964,00 e as vagas são efetivas, com registro em carteira (CLT), 13º salário e demais benefícios.
Os interessados devem enviar currículo pararh.campinas@grupogr.com.br ou comparecer, com a carteira profissional, na Rua Barão de Jaraguá, 707 – Sala 12, 1º andar – Centro- Campinas, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h (exceto feriados).

Paraná – Mercado informal de segurança é 3x maior que o legal

Fonte: O Diário – Maringá
O mercado ilegal de segurança privada no Paraná é três vezes maior que o número de empresas autorizadas pela Polícia Federal. Estimativa do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Paraná (Sindesp-PR) aponta que a proporção é de três vigilantes clandestinos para um legalizado.
No Estado, há cerca de 100 empresas com registro na PF.
Para se tornar vigilante é preciso ser brasileiro, ter 21 anos, não ter antecedentes criminais e frequentar curso de formação em escola reconhecida pela Polícia Federal. Mas ter só o curso básico não libera o vigilante para trabalhar armado.
“O vigilante só tem direito ao porte de arma em serviço se for registrado em empresa de segurança privada”, explica o presidente do Sindesp-PR, Maurício Smaniotto. “Só o fato de ter feito o curso básico e não ter vínculo com a empresa não lhe dá o direito de usar arma em serviço.”
Quem autoriza a prestação dos serviços de segurança privada é a Polícia Federal e a legislação é rigorosa. As empresas precisam ter capital social integrado de pelo menos 100 mil UFIRs (R$ 105 mil) e apresentar certidões negativas criminais dos diretores. A lei obriga também vigilantes a passar por curso de formação para obter a Carteira Nacional de Vigilante.
Segundo o sindicato, os trabalhadores ilegais geralmente atuam como vigilantes de estabelecimentos de pequeno porte, como farmácias e postos de combustíveis, além de fazer rondas em bairros. Quem contrata um vigilante clandestino expõe o próprio patrimônio a riscos.
“Você não conhece quem está prestando o serviço. Essa pessoa pode facilitar um roubo e trabalhar com arma clandestina”, alerta Smaniotto.
Para o presidente o Sindicato dos Empregados de Empresas de Segurança de Maringá e Região, José Maria da Silva, a preferência pelo profissional sem registro tem explicação no preço pago ao trabalhador, que corresponde à metade do piso salarial da categoria, hoje em R$ 1,2 mil.
“O empresário prefere ter o clandestino porque paga uma miséria para o trabalhador e não recolhe impostos”, argumenta o presidente. “O grande problema é que o trabalhador ilegal não sabe se defender, não sabe atacar um bandido quando precisa e nem fazer os primeiros socorros. É por isso que ele custa pouco, mas o serviço prestado não é o mesmo do que o do legalizado”.
Confira
Para saber se a empresa de segurança privada que você vai contratar tem autorização da Polícia Federal para funcionar, basta acessar o site
www.dpf.gov.br, clicar em ‘Segurança privada’ e digitar o CNPJ da empresa.

Eletrobras mantém decisão de demitir 90 vigilantes terceirizados

Fonte: Primeria Edição
Em reunião, sindicato dos vigilantes conseguiu prolongar aviso prévio. E amanhã (30) uma nova reunião tentar rever situação
A decisão de demitir em massa os vigilantes terceirizados da empresa Eletrobrás Distribuição Alagoas se manteve firme depois de reunião realizada nesta segunda-feira (28) entre representantes da estatal e da empresa Opção Vigilantes, que oferece serviços à Eletrobrás.
De acordo com o secretário de assuntos jurídicos do sindicato dos vigilantes, José Cícero Ferreira, a decisão de demitir os 90 funcionários terceirizados, que trabalham na segurança das subestações de energia distribuídas na capital e no interior, foi mantida com a alegação de que a Eletrobrás não tem mais condições de manter a folha de pagamento desses funcionários. Ainda de acordo com Ferreira, no lugar desses trabalhadores, a estatal pretende colocar monitoramente eletrônico.

No início da polêmica, pelo menos 108 trabalhadores seriam demitidos e chegaram a receber aviso prévio, mas, em reunião realizada no último dia 23, a Eletrobrás apresentou uma contraproposta para demitir apenas 90 funcionários terceirizados, proposta essa que foi mantida na reunião de ontem. “As demissões de 90 vigilantes foi mantida. Nós apenas conseguimos prolongar o aviso [prévio], que era até o final do mês passado e agora passou para o dia 2 de janeiro [2012]”, explicou os representantes dos trabalhadores terceirizados, José Cícero Ferreira.
O sindicato dos vigilantes ainda tenta de todas as formas reverter a situação. De acordo com o secretário de assuntos Jurídicos a Procuradoria Regional do Trabalho em Alagoas, por meio da procuradora Rosimeire Lobo, já havia sido informada da situação. “Amanhã [quarta-feira, 30] estaremos novamente nos reunindo com os representantes da Eletrobrás e da Procuradoria Regional do Trabalho e vamos tentar mais impedir essas demissões.”, garantiu Ferreira.
Entenda o problema
No último mês de novembro, a Eletrobrás Distribuição Alagoas anunciou a demissão em massa dos vigilantes terceirizados que trabalham nas subestações da capital e do interior. De acordo com o Sindicato dos Vigilantes, 108 trabalhadores já havia recebido o aviso prévio e seriam desligados da empresa no dia 26 de novembro, mas, ainda de acordo com a informação, a expectativa era que pelo menos 180 vigilantes fossem demitidos.
A alegação da Eletrobrás é que a empresa precisa reduzir custos e não tem mais como manter a folha salarial dos funcionários.
No dia 21 de novembro, os trabalhadores terceirizados que seriam demitidos realizaram uma manifestação na porta da estatal pedindo um posicionamento do empresa em relação as demissões.
Na quarta-feira (23), representantes da categoria estiveram reunidos na sede da empresa com integrantes do Centro de Gerenciamento de Crises da PM, CUT, sindicato dos Urbanitários e representantes da Eletrobrás, que apresentara a proposta de demitir apenas 50% do esperado, ou seja, 90 vigilantes terceirizados.
Apesar da negociação está tramitando, de acordo com o presidente do sindicato dos Vigilantes, José Cícero da Silva, a proposta ainda não agrada a categoria que reivindica a permanência dos trabalhadores na empresa. “Nós queremos que a Eletrobrás renove o contrato com a Opção mantendo o mesmo número de vigilantes”, disse o sindicalista.

domingo, 6 de novembro de 2011

Porte de Arma de Fogo, como obter o seu.



Porte de Arma de Fogo
É o documento, com validade de até 5 anos, que autoriza o cidadão a portar, transportar e trazer consigo uma arma de fogo, de forma discreta, fora das dependências de sua residência ou local de trabalho.


Para obter o porte de arma de fogo o cidadão deve dirigir-se a uma unidade da Polícia Federal munido de requerimento preenchido, além de apresentar os seguintes documentos e condições:


(a) ter idade mínima de 25 anos;


(b) cópias autenticadas ou original e cópia do RG, CPF e comprovante de residência;


(c) declaração escrita da efetiva necessidade, expondo fatos e circunstâncias que justifiquem o pedido, principalmente no tocante ao exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física;


(d) comprovação de idoneidade, com a apresentação de certidões negativas de antecedentes criminais fornecidas pela Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral e de não estar respondendo a inquérito policial ou a processo criminal, que poderão ser fornecidas por meios eletrônicos;


(e) apresentação de documento comprobatório de ocupação lícita e de residência certa;


(f) comprovação de capacidade técnica e de aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo;


(g) cópia do certificado de registro de arma de fogo;


(h) 1 (uma) foto 3x4 recente.


IMPORTANTE


1.O art. 6o. da Lei 10.826/03 dispõe que o porte de arma de fogo é proibido em todo o território nacional, salvo em casos excepcionais. Portanto, excepcionalmente a Polícia Federal poderá conceder porte de arma de fogo desde que o requerente demonstre a sua efetiva necessidade por exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física, além de atender as demais exigências do art. 10 da Lei 10.826/03.


2.O porte de arma de fogo tem natureza jurídica de autorização, sendo unilateral, precário e discricionário. Assim, não basta a apresentação dos documentos previstos em lei se o requerente não demonstrar sua necessidade por exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física.


3.O comprovante de capacidade técnica (Instrutores de Armamento e Tiro) e de aptidão psicológica (Psicólogos) para o manuseio de arma de fogo deve ser fornecido por profissional credenciado pela Policia Federal.


4.A taxa de expedição de Porte Federal de Arma de Fogo somente deverá ser paga após o deferimento da autorização pela Polícia Federal.


5.A autorização de porte de arma de fogo perderá automaticamente sua eficácia caso o portador dela seja detido ou abordado em estado de embriaguez ou sob efeito de substâncias químicas ou alucinógenas.


6.O titular de porte de arma de fogo para defesa pessoal não poderá conduzi-la ostensivamente ou com ela adentrar ou permanecer em locais públicos, tais como igrejas, escolas, estádios desportivos, clubes, agências bancárias ou outros locais onde haja aglomeração de pessoas em virtude de eventos de qualquer natureza.


7.O Porte de Arma de Fogo é pessoal, intransferível e revogável a qualquer tempo, sendo válido apenas com relação à arma nele especificada e com a apresentação do documento de identificação do portador.
Fonte: http://www.dpf.gov.br
BLOG DOS VIGILANTES

domingo, 30 de outubro de 2011

Motorista morre após bater em parada de ônibus no CE, diz Polícia


Homem de 51 anos perdeu o controle do carro na madrugada de sábado.

Segundo a Polícia, ele morreu depois de ser levado para hospital.

Um motorista de 51 anos morreu após bater em uma parada de ônibus na madrugada deste sábado (29) em Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual do Ceará (PRE-CE), o acidente ocorreu na CE-065 por volta de 3h, quando um homem que dirigia uma Kombi perdeu o controle e o carro colidiu com uma parada de ônibus.

A PRE informou ainda que o condutor do veículo foi socorrido por moradores e levado para o Hospital Municipal de Maranguape, mas não resistiu. Nas últimas 24 horas, a PRE-CE registrou outros oito acidentes com seis feridos nas rodovias estaduais.

Homem é preso com explosivos próximo a presídio no CE, diz Polícia


Suspeito foi flagrado com sete dinamites próximo ao IPPOO - I (Foto: TV Verdes Mares/ Reprodução)

Polícia encontrou sete bananas de dinamite e oito cartuchos com o suspeito.

Homem estava sem documentos e não quis dizer o nome, diz subtenente.

Elias BrunoDo G1 CE A Polícia prendeu um homem em flagrante na manhã deste sábado (29) com explosivos nas proximidades de um presídio no Bairro Itaperi, em Fortaleza. Segundo o major Marcelo Praciano, da Companhia de Policiamento de Guarda, o suspeito estava com oito bananas de dinamite e sete cartuchos quando foi abordado pelo policiamento motorizado próximo ao Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira I (IPPOO I).
“Ele provavelmente tentaria usar dinamite para explodir a muralha do presídio”, disse o major. De acordo com o subtenente da Polícia Militar, Wellington Lima, o suspeito estava sem documentos no momento da abordagem e não quis dizer o nome. O material apreendido e homem preso em flagrante foram encaminhados para o 30º Distrito Policial, em Fortaleza.

sábado, 29 de outubro de 2011

Vigilantes debatem o combate à clandestinidade e os rumos da segurança privada

Fonte: Chico Vigilante
Vigilantes representantes da categoria de diversas unidades da Federação lotaram o teatro Dulcina, no CONIC, nesta quarta-feira (26) para o Seminário que discutiu a Segurança Privada e o combate à clandestinidade. Eles participaram ativamente do debate conduzido pelo presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Vigilância (CNTV), José Boaventura. O seminário dá prosseguimento a um ciclo de três dias de atividades da categoria em Brasília, que teve início ontem com a III Marcha dos Vigilantes na Esplanada dos Ministérios no intuito de pressionar o Congresso Nacional a aprovar o PL nº 1033, que institui o adicional por risco de vida de 30% sobre o salário da classe. O PL já tramitou em todas as esferas e aguarda para ser colocado em votação em plenário na Câmara Federal.
A mesa do seminário foi composta pelo deputado Chico Vigilante, que também é dirigente da CNTV, do delegado Cleyton Eustáquio, coordenador geral de Segurança Privada da Polícia Federal, delegado Henrique, também da DPF, o presidente da Fenavist do Estado da Bahia e Sergipe, Olair Conceição, e o representante da Secretária de Segurança Pública do DF, José Tadeu Braga, do Núcleo de Eventos da Subsecretária de Integração de Operações de Segurança Pública.

Vigilantes protestam contra possível demissão e prometem passeata

Fonte: Diário de Pernambuco
O Sindicato dos Vigilantes de Pernambuco (Sindesv-PE) realiza um protesto, esta manhã, em frente à sede da Secretaria Estadual de Saúde, na Rua Dona Maria Augusta Nogueira, no Bongi. Os vigilantes pedem a revisão do edital lançado pelo governo que, segundo a categoria, prevê a redução de quase 50% dos vigilantes nos hospitais e órgãos de saúde do estado.
O ato contra a demissão de cerca 520 profissionais conta com a participação de trabalhadores da Região Metropolitana do Recife (RMR) e cidades como Caruaru, Barreiros, Timbaúba, e São Lourenço da Mata. Os manifestantes vestem camisetas com a frase Pacto pelo Emprego e querem ser recebudos pelo secretário de Saúde Antônio Carlos Figueira. Caso não sejam atendidos, os trabalhadores prometem sair em passeata até o Palácio do Governo.

Recife – Vigilantes tercerizados pelo Estado se reúnem nesta quinta para discutir situação da categoria

Fonte: NE10
Os vigilantes do Estado se reúnem nesta quinta-feira (27), às 7h, no sindicato da categoria, no centro do Recife, para debater sobre a situação dos cerca de 520 vigilantes terceirizados pelo governo do Estado e lotados na Secretaria Estadual de Saúde, que podem ficar sem emprego nos próximos dias.
O sindicato não aceita o edital lançado pelo governo do Estado, que prevê uma redução de quase 50% dos vigilantes nos hospitais e órgãos de saúde do Estado, o que causaria a demissão de 520 vigilantes. A categoria decidirá, em assembléia, as ações que serão tomadas para lutar contra a decisão.

domingo, 23 de outubro de 2011

Sindicato aperta o cerco contra segurança irregular


Em audiência na DELESP da Polícia Federal, no dia 13 de outubro, representantes da Federação dos Vigilantes e do Sindicato dos Vigilantes do Rio trataram da fiscalização das seguranças irregulares praticadas em Shopping`s, lojas de departamentos, hipermercados, joalherias e comércio.
A reunião foi motivada pelo crescimento da segurança irregular no Estado do Rio de Janeiro, pela conhecida prática do comércio, de contratar porteiros, vigias, fiscal de salão no lugar do vigilante.
Segundo Bandeira, Presidente do Sindicato, hoje a maioria dos Shopping`s contratam jovens, de bom porte físico, com terno, rádio com fone de ouvido para fazerem a segurança. Porém, além de não possuírem formação de vigilantes e estarem inabilitados para a atividade, são trabalhadores explorados que recebem pisos salariais e benefícios abaixo do vigilante e não recebem o adicional do risco de vida.

Medidas de segurança contra assaltos a carros-forte em debate



Policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope)
e representantes de empresas de transporte de valores
participaram na manhã desta terça-feira (18), de uma reunião
para discutir medidas de segurança contra assaltos a carros-forte,
em Curitiba.
O delegado do Grupo de Diligências Especiais do Cope,
Amarildo Antunes, explica que a polícia conseguiu, neste ano,
praticamente zerar os roubos a bancos, às joalherias e aos
carros-forte em Curitiba. "A realização dessa reunião ocorreu
não porque os roubos estejam acontecendo. Pelo contrário,
estamos sem registro de ocorrência no setor e queremos que
isso continue assim", ressaltou.
Participaram da reunião da sede do Cope, localizada no
bairro Hauer, representantes das empresas Brinks, Proforte,
Prosegur e Transbank. Além de novas medidas de segurança
a serem adotadas, outras reuniões ocorrerão para tratar sobre
segurança a funcionários dessas empresas.
Para o delegado Amarildo, a polícia precisa ser pró-ativa.
"Se os bandidos adotam novos comportamentos e métodos
criminosos, a polícia deve fazer o mesmo, e, em alguns casos,
mesmo antes da ocorrência do crime", reforça.
Fonte: Paraná Online

Curitiba: Vigilante troca tiros com quadrilha e impede assalto a banco


Uma tentativa de roubo a caixas eletrônicos de uma agência do Banco do Brasil instalada no prédio da prefeitura de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba foi frustrada na madrugada desta segunda-feira (17), graças ao vigilante de plantão, que trocou tiros com os bandidos, colocando-os para correr.
Segundo informações da Polícia Militar, o crime ocorreu por volta de 2 horas. De acordo com relato do vigilante à rádio Banda B, seis ou sete homens encapuzados chegaram em dois carros e começaram a atirar, obrigando-o a revidar para se defender. Diante da resistência, a quadrilha entrou novamente nos carros e fugiu em velocidade. O vigilante não foi ferido.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Os direitos e deveres do Vigilante



Direitos

A
rt. 117. Assegura-se ao vigilante:
I - o recebimento de uniforme, devidamente autorizado, às expensas do empregador;

II - porte de arma, quando em efetivo exercício;

III - a utilização de materiais e equipamentos em perfeito funcionamento e estado de conservação, inclusive armas e munições;

IV - a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento;

V - treinamento permanente de prática de tiro e de defesa pessoal;

VI - seguro de vida em grupo, feito pelo empregador;

VII - prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade.

Deveres

Art. 118. São deveres dos vigilantes:
I - exercer as suas atividades com urbanidade, probidade e denodo;

II - utilizar, adequadamente, o uniforme autorizado, apenas em serviço;

III - portar a Carteira Nacional de Vigilante - CNV;

IV - manter-se adstrito ao local sob vigilância, observando-se as peculiaridades das atividades de transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal;

V - comunicar, ao seu superior hierárquico, quaisquer incidentes ocorridos no serviço, assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza, em especial quanto ao armamento, munições e colete à prova de balas, não se eximindo o empregador do dever de fiscalização.

> Portaria N°387/2006-DG/DPF (na íntegra, no site da Polícia Federal)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011


Vigilante é morto a tiros na casa da namorada em Brejo Santo

    Um vigilante foi morto a tiros na tarde do último domingo, 2, no município de Brejo Santo, na região do Cariri, a 500 quilômetros de Fortaleza. Segundo informações do Comando de Policiamento do Interior (CPI), o homem estava na casa da namorada quando foi assassinado.

    O crime ocorreu em uma residência da rua José Furtado da Silva, bairro Araujão. Segundo o CPI, o vigilante, Gilvan Freire da Rocha, 32, foi chamado no portão da casa, por um homem não identificado. Gilvan foi atingido por três disparos de arma de fogo, sendo dois no peito direito e outro no abdômen.

    O suspeito do crime fugiu em uma motocicleta de cor prata. A Polícia ainda não sabe o que pode ter motivado o crime.

    quarta-feira, 5 de outubro de 2011

    Cardozo defende estatuto para evitar abusos da segurança privada

    O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu nesta terça-feira (4/10) a adoção de um estatuto para a segurança privada, objetivando torná-la mais capacitada.

    O tema chegou ao governo para discussão a partir de um anteprojeto elaborado pela Polícia Federal e de contribuições enviadas por entidades ligadas ao setor.

    “É uma proposta de anteprojeto que irá definir em que setores a segurança privada poderá atuar. Desde 2007, o assunto está sendo debatido e achamos importante agilizá-lo por que é correto termos um estatuto da segurança privada para coibir abusos que hoje acontecem por causa de pessoas não preparadas, destreinadas. Temos que exigir mais capacitação”, disse o ministro, após participar de uma reunião sobre o Plano Estratégico de Fronteiras, na Vice-Presidência da República.

    Cardozo informou que a Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça juntou a proposta elaborada pela Polícia Federal àquelas recebidas de empresas  de vigilância privada e da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e abriu a discussão preliminar. Mas a secretaria ainda não emitiu parecer sobre o texto.

    Tarra noticias

    O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu na manhã desta terça-feira um projeto para definir a atuação de seguranças privados. Chamado de "Estatuto da segurança privada", o anteprojeto, elaborado pelo Ministério da Justiça, foi apresentado a empresas e sindicatos do setor, mas o texto ainda está em fase de discussão. Sem citar o caso do segurança que atirou em um correntista do Brasdesco ontem, na Grande São Paulo, o ministro disse que uma definição mais clara da atuação dessas empresas pode "coibir abusos".

    "Achamos interessante agilizar esse projeto porque eu acho correto termos um estatuto das empresas de segurança privada", disse o ministro, "justamente para que possamos coibir abusos que hoje acontecem por parte de pessoas despreparadas, pessoas não treinadas. Diariamente temos acontecimentos tristes nesse ponto."

    Após a discussão entre o governo e empresas do setor, o Executivo vai finalizar o texto e enviá-lo para o Congresso Nacional. Ainda não há prazos para o envio do projeto de lei.
    Cardozo falou também sobre a segurança para a Copa do Mundo de 2014. Ele disse que não há no texto do anteprojeto qualquer obrigação de haver seguranças em cada ônibus - o que, segundo ele, deixa para as empresas a decisão sobre essa necessidade.

    "Não existe essa discussão ainda. O anteprojeto que foi feito pela Polícia Federal não fala em guarda em cada ônibus. Fala que a vigilância privada poderá ser utilizada em transportes coletivos. Isso já é (assim) hoje. Por exemplo: os metrôs da cidade têm vigilância privada", disse.

     

    Plano libera uso de segurança privada em prisões e estádios de futebol

    O governo federal quer permitir a contratação de empresas  privadas para serviços de segurança armada em presídios, transportes coletivos e em eventos, como jogos de futebol e shows.

    Pela proposta, as empresas poderão atuar na segurança patrimonial dos presídios, inclusive para agente de muralha, mas não assumiriam o papel de carcereiros.

    Elaborado sob medida para realização dos Jogos Olímpicos e para a Copa, o texto atribui ao organizador de eventos a responsabilidade pela segurança interna nos estádios e praças de show. A intenção seria liberar os PMs hoje dedicados à segurança de jogos e estádios.

    Cúpula da Universal investe em negócios de segurança privada

    A rede de negócios em torno da Igreja Universal do Reino de Deus chegou ao ramo da segurança privada, informa reportagem de Elvira Lobato e Aguirre Talento, publicada na Folha desta terça-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).


    A Centurião Segurança Patrimonial, que pertencente a um bispo e a três pastores que integram a cúpula da igreja, oferece serviço de segurança armada ou desarmada.

    Luiz Carlos Murauskas/Folhapress

    Funcionário da Centurião Segurança Patrimonial faz vigia em Secretaria de Planejamento de São Paulo
    A empresa, que já atua no Paraná, no Rio e no Distrito Federal, assinou seis contratos neste ano com secretarias e órgãos do governo de São Paulo.

    A Universal afirmou que não é dona da Centurião.

    terça-feira, 4 de outubro de 2011

    Vídeo mostra vigia atirando em cliente dentro de banco do ABC

    Vítima, de 33 anos, morreu após discussão com o segurança.

    Caso ocorreu em uma agência de São Bernardo do Campo.

    Do G1 SP
     

    Câmeras de segurança registraram o momento em que Antônio Cordol, de 33 anos, foi baleado pelas costas por um vigilante em São Bernardo do Campo, no ABC, nesta segunda-feira (3). O crime ocorreu dentro de uma agência do Bradesco.
    Segundo a polícia, Cordol havia se desentendido com o vigilante do banco na última sexta-feira (30), quando não conseguiu passar pela porta giratória do banco.
    Nesta segunda, ele retornou à agência, pagou uma conta e em seguida perguntou pelo vigilante, que estava no andar superior. Ele subiu as escadas, acompanhado de um amigo, e foi iniciada uma discussão com o vigia. Em seguida, imagens mostram o cliente sendo atingido e ficando caído no chão. Antes, ele chegou a usar uma mulher como escudo, mas ela conseguiu escapar.
    A vítima foi descrita pela ex-namorada como uma pessoa estourada e nervosa. Segundo a terapeuta Lúcia Pires, de 45 anos, Cordol também trabalhava como vigilante em um supermercado e havia sumido há cerca de dois meses.
    A polícia informou que, na delegacia, o vigilante alegou ter reagido porque o cliente fez menção de estar armado. No entanto, o delegado Victor Vasconcelos Lutti, responsável pelo caso, disse que o cliente estava desarmado.
    Ele, que é titular do 1º Distrito Policial de São Bernardo do Campo, confirmou a versão dada pela PM de que a desavença entre a vítima e o vigia começou há alguns dias, também dentro do banco.

    domingo, 25 de setembro de 2011

    Vigilante leva seis tiros, reage e mata um dos agressores


    Um vigilante de colégio foi atingido por seis tiros e, mesmo ferido, sacou sua arma e disparou contra os três agressores, matando um deles. O fato ocorreu em Satuba, na madrugada deste domingo.
    Segundo o Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciods), Luiz Fernandes da Silva, 51 anos, que trabalha como vigilante do Colégio Irene Francisco Lopes, estava fazendo sua ronda na Travessa Zezito Costa, no loteamento Fidolino, por trás do colégio, quando três homens armados o cercaram e abriram fogo. Seis tiros atingiram o vigilante, nenhum deles fatal. Mesmo ferido, Luiz Fernandes puxou sua arma e atirou contra os agressores. Um tiro atingiu um deles, conhecido como Betinho, de aproximadamente 22 anos. A bala entrou pela axila direita, foi para o lado esquerdo do tórax e atingiu o coração. O rapaz ainda foi levado para o HGE, mas morreu a caminho.
    Segundo moradores do local, na última quarta-feira, os mesmos três homens haviam ameaçado o vigilante.
    Luiz Fernandes da Silva foi socorrido e conduzido em estado grave para o HGE. Os outros dois agressores fugiram sem ser identificados. O homem atingido pelo vigilante tinha no bolso nove munições intactas para revólver calibre 38. A arma dele, e também a do vigilante, não foram encontradas.
    www.conexaopenedo.com.br

    Projeto institui salário extra para vigilantes e aguarda análise da Câmara


    O projeto, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB), já tramitou em comissões permanentes da Câmara Federal e aguarda análise somente do plenário.
    O deputado federal Nilton Capixaba (PTB-RO) aguarda um posicionamento do presidente da Câmara Marco Maia (PT-RS) sobre requerimento de sua autoria solicitando incluir na pauta de votação projeto de lei que institui o salário adicional de periculosidade para os vigilantes e empregados em transporte de valores.

      O projeto, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB), já tramitou em comissões permanentes da Câmara Federal e aguarda análise somente do plenário. O requerimento para colocar o projeto na ordem do dia foi protocolado na semana passada, após o parlamentar receber pedido de apoio da diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Rondônia.

       A proposta é a seguinte: fica reconhecida como perigoso a atividade de vigilância ou de transporte de valores, passando o empregado que a exerce a ter direito a uma remuneração adicional de 30% sobre o salário que perceber, a título de adicional de periculosidade, a qual se incorpora ao salário para todos os efeitos legais.

      Ao analisar recurso sobre o tema, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio do ministro Gilson Dipp, manifestou parecer favorável ao salário adicional de periculosidade em função do vigilante estar na condição de risco de morte pelo fato de utilizar arma de fogo durante o serviço.

    Fonte: www.rondoniadinamica.com 

    Legislação sobre Segurança Privada



    Normas Ementa
    LEIS
    Lei 7.102/83 Dispõe sobre segurança para os Bancos,  normas para constituição e funcionamento das empresas de Segurança Privada (com a redação atualizada pelas Leis abaixo)
    Lei 8.863/94 Altera a Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983.
    Lei 9.017/95 Altera a Lei 7.102/83
    MP 2.184-/01 Altera o art. 17 da Lei 7.102/83 - Transfere da DRT para o DPF o registro profissional dos Vigilantes.
    Lei 11.718/08 Altera a Lei nº 7.102/83, cria a obrigatoriedade das Cooperativas de Crédito apresentarem plano de segurança de suas instalações.
    TABELA DE TAXAS Tabelas de taxas, anexo da Lei nº 9.017/95, alterada pela Lei nº 11.718/08
    DECRETOS
    Decreto 89.056/83
    Regulamenta a Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983 ( já atualizada pelo Decreto 1.592/95)
    Decreto 1.592/95 Altera o Decreto nº 89.056/83, que regulamenta a Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983
    PORTARIAS DA POLÍCIA FEDERAL / MJ
    Portaria 893/87-MJ  Permite que vigilantes que ingressaram na profissão antes da data da portaris, se registrem após a realização do curso de reciclagem no prazo de 180 dias.
    Portaria 1546/95-MJ Aprova o Regimento Interno da CCASP - Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada.
    Portaria 891/99-DPF Cria a Carteira Nacional de Vigilante.
    Portaria 029/99-DMB Nomatiza atividade de segurança privada, aquisição de materiais controlados, etc. no âmbito do Exército.
    Portaria 320/04-DPF Altera a validade da Carteira Nacional de Vigilante.
    Portaria 2494/04-MJ
    Revoga a Portaria 1545/95-MJ, alterando a composição da CCASP e dá outras providências.
    Portaria 346/06-DPF Institui o Sistema de Gestão Eletrônica da Segurança Privada - GESP e dá outras providências.

    Portaria 387/06-DPF
    Altera e consolida as normas aplicadas sobre segurança privada. Alterada pelas Portarias nº 515/07, 358/09, 408/09, 781/10 e 1670/10-DG/DPF. - Sem os anexos.  Formatada por Everaldo Mariz.
    Portaria 387/06-Com Anexos Portaria completa, com a Exposição de Motivos e Anexos. Os anexos trazem o programa dos diversos cursos. Fonte Sitio do DPF.
    Portaria 195/09-MJ Altera a Portaria 2494-MJ.
    Portaria 196/09-MJ Revoga a Portaria 1264/95-MJ, atribui ao DPF a competência para definições sobre carro forte.
    Portaria 358/09-DPF Altera a Portaria nº 387/06-DG/DPF
    Portaria 358/09-DPF Altera a Portaria nº 387/06-DG/DPF. Publicação original no DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.
    Portaria 408/09-DPF Altera as Portarias nº 387/06-DG/DPF e 358/09-DG/DPF.
    Portaria 781/10-DPF
    Altera a Portaria nº 387/06-DG/DPF, inclusive, define as especificações dos Veículos Especiais para transporte de valores

    Portaria   1670/10-DPF
    Altera a Portaria nº 387/06-DG/DPF. Publicada em 25.10.2010
    PORTARIAS E INSTRUÇÕES DE OUTROS ÓRGÃOS
    Portaria 029/99-DMB Nomatiza atividade de segurança privada, aquisição de materiais controlados, etc. no âmbito do Exército.
    Portaria 191/06-MTrabalho Define colete á prova de armas como EPI e fixa prazo para implantação integral.
    Portaria 18/06-DLog Dispõe sobre coletes à prova de balas - aquisição, controle, etc.
    Portaria 01/09-DLog Autoriza a aquisição de armas e munições não letais para a atividade de segurança privada.
    PORTARIAS E INSTRUÇÕES REVOGADAS
    Portaria 992/95-DPF Revogada pela Portaria nº 387/06, publicada no DOU de 01/09/2006
    Portaria 1129/95-DPF Revogada pela Portaria nº 387/06, publicada no DOU de 01/09/2006
    Portaria 1264/95-MJ Revogada pela Portaria nº 196-MJ de 16.02.09
    Portaria 1545/95-MJ  Modificar, no âmbito do Ministério da Justiça, a composição da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada.
    Portaria 277/98-DPF Revogada pela Portaria nº 387/06, publicada no DOU de 01/09/2006
    Portaria 836/00-DPF Revogada pela Portaria nº 387/06, publicada no DOU de 01/09/2006
    I.S. Nº 01/04-CGCSP Trata da uniformização dos procedimentos nas DELESP´s e nas C.V's (s/anexos)
    Portaria 1055/01-MJ Altera a Portaria 1264/94 - Repotencialização de "Carro Forte"