segunda-feira, 30 de maio de 2011

Cresce número de mulheres vigilantes


 

Em escola de formação, 20% da turma é composta por mulheres; poder de observação feminino pode ser diferencial na profissão

Telma Aparecida Brandão Marques, 32 anos, é casada, têm dois filhos e, há alguns dias, era apenas uma pacata dona de casa. Entretanto, desde ontem, mudou de forma radical sua rotina. Juntamente com um número crescente de mulheres, Telma se formou em um curso de vigilantes em Bauru. Bem humorada e otimista com as possibilidades abertas, ela já manda um recado ao marido. “É bom ele andar na linha comigo. Agora, o rolo de macarrão vai ser substituído pelas balas”, diz, aos risos.
Ontem, mais uma turma foi formada em uma escola de vigilantes de Bauru. Com cabelos longos e maquiadas, Telma e mais sete mulheres estavam lá. Elas representavam 20% do total dos alunos, o que, segundo o gerente da escola, Inimar Alves Moreira, é o número normal de mulheres no curso.
“Há cerca de cinco anos, era difícil ver mulheres nas turmas. Hoje, sempre temos entre oito ou 10 em cada grupo. As empresas procuram porque sabem que um vigilante não precisa ser só baseado em força física, precisa ter inteligência também, algo que as mulheres têm de sobra.
Fonte: JCNET/Blog do Vigilante

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