quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Empresa de segurança privada abre vagas para vigilante e porteiro

Fonte: EPTV.COM
Grupo GR está com 210 vagas para o interior de São Paulo
O Grupo GR, empresa que atua nas áreas de segurança privada e serviços para condomínios, empresas e indústrias, abriu 210 vagas nos municípios de Campinas, Jundiaí e Cabreúva, no estado de São Paulo.
As oportunidades são para vigilante, porteiro e agente de conservação, de ambos os sexos. A faixa salarial oferecida varia de R$ 598,00 a R$ 964,00 e as vagas são efetivas, com registro em carteira (CLT), 13º salário e demais benefícios.
Os interessados devem enviar currículo pararh.campinas@grupogr.com.br ou comparecer, com a carteira profissional, na Rua Barão de Jaraguá, 707 – Sala 12, 1º andar – Centro- Campinas, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h (exceto feriados).

Paraná – Mercado informal de segurança é 3x maior que o legal

Fonte: O Diário – Maringá
O mercado ilegal de segurança privada no Paraná é três vezes maior que o número de empresas autorizadas pela Polícia Federal. Estimativa do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Paraná (Sindesp-PR) aponta que a proporção é de três vigilantes clandestinos para um legalizado.
No Estado, há cerca de 100 empresas com registro na PF.
Para se tornar vigilante é preciso ser brasileiro, ter 21 anos, não ter antecedentes criminais e frequentar curso de formação em escola reconhecida pela Polícia Federal. Mas ter só o curso básico não libera o vigilante para trabalhar armado.
“O vigilante só tem direito ao porte de arma em serviço se for registrado em empresa de segurança privada”, explica o presidente do Sindesp-PR, Maurício Smaniotto. “Só o fato de ter feito o curso básico e não ter vínculo com a empresa não lhe dá o direito de usar arma em serviço.”
Quem autoriza a prestação dos serviços de segurança privada é a Polícia Federal e a legislação é rigorosa. As empresas precisam ter capital social integrado de pelo menos 100 mil UFIRs (R$ 105 mil) e apresentar certidões negativas criminais dos diretores. A lei obriga também vigilantes a passar por curso de formação para obter a Carteira Nacional de Vigilante.
Segundo o sindicato, os trabalhadores ilegais geralmente atuam como vigilantes de estabelecimentos de pequeno porte, como farmácias e postos de combustíveis, além de fazer rondas em bairros. Quem contrata um vigilante clandestino expõe o próprio patrimônio a riscos.
“Você não conhece quem está prestando o serviço. Essa pessoa pode facilitar um roubo e trabalhar com arma clandestina”, alerta Smaniotto.
Para o presidente o Sindicato dos Empregados de Empresas de Segurança de Maringá e Região, José Maria da Silva, a preferência pelo profissional sem registro tem explicação no preço pago ao trabalhador, que corresponde à metade do piso salarial da categoria, hoje em R$ 1,2 mil.
“O empresário prefere ter o clandestino porque paga uma miséria para o trabalhador e não recolhe impostos”, argumenta o presidente. “O grande problema é que o trabalhador ilegal não sabe se defender, não sabe atacar um bandido quando precisa e nem fazer os primeiros socorros. É por isso que ele custa pouco, mas o serviço prestado não é o mesmo do que o do legalizado”.
Confira
Para saber se a empresa de segurança privada que você vai contratar tem autorização da Polícia Federal para funcionar, basta acessar o site
www.dpf.gov.br, clicar em ‘Segurança privada’ e digitar o CNPJ da empresa.

Eletrobras mantém decisão de demitir 90 vigilantes terceirizados

Fonte: Primeria Edição
Em reunião, sindicato dos vigilantes conseguiu prolongar aviso prévio. E amanhã (30) uma nova reunião tentar rever situação
A decisão de demitir em massa os vigilantes terceirizados da empresa Eletrobrás Distribuição Alagoas se manteve firme depois de reunião realizada nesta segunda-feira (28) entre representantes da estatal e da empresa Opção Vigilantes, que oferece serviços à Eletrobrás.
De acordo com o secretário de assuntos jurídicos do sindicato dos vigilantes, José Cícero Ferreira, a decisão de demitir os 90 funcionários terceirizados, que trabalham na segurança das subestações de energia distribuídas na capital e no interior, foi mantida com a alegação de que a Eletrobrás não tem mais condições de manter a folha de pagamento desses funcionários. Ainda de acordo com Ferreira, no lugar desses trabalhadores, a estatal pretende colocar monitoramente eletrônico.

No início da polêmica, pelo menos 108 trabalhadores seriam demitidos e chegaram a receber aviso prévio, mas, em reunião realizada no último dia 23, a Eletrobrás apresentou uma contraproposta para demitir apenas 90 funcionários terceirizados, proposta essa que foi mantida na reunião de ontem. “As demissões de 90 vigilantes foi mantida. Nós apenas conseguimos prolongar o aviso [prévio], que era até o final do mês passado e agora passou para o dia 2 de janeiro [2012]”, explicou os representantes dos trabalhadores terceirizados, José Cícero Ferreira.
O sindicato dos vigilantes ainda tenta de todas as formas reverter a situação. De acordo com o secretário de assuntos Jurídicos a Procuradoria Regional do Trabalho em Alagoas, por meio da procuradora Rosimeire Lobo, já havia sido informada da situação. “Amanhã [quarta-feira, 30] estaremos novamente nos reunindo com os representantes da Eletrobrás e da Procuradoria Regional do Trabalho e vamos tentar mais impedir essas demissões.”, garantiu Ferreira.
Entenda o problema
No último mês de novembro, a Eletrobrás Distribuição Alagoas anunciou a demissão em massa dos vigilantes terceirizados que trabalham nas subestações da capital e do interior. De acordo com o Sindicato dos Vigilantes, 108 trabalhadores já havia recebido o aviso prévio e seriam desligados da empresa no dia 26 de novembro, mas, ainda de acordo com a informação, a expectativa era que pelo menos 180 vigilantes fossem demitidos.
A alegação da Eletrobrás é que a empresa precisa reduzir custos e não tem mais como manter a folha salarial dos funcionários.
No dia 21 de novembro, os trabalhadores terceirizados que seriam demitidos realizaram uma manifestação na porta da estatal pedindo um posicionamento do empresa em relação as demissões.
Na quarta-feira (23), representantes da categoria estiveram reunidos na sede da empresa com integrantes do Centro de Gerenciamento de Crises da PM, CUT, sindicato dos Urbanitários e representantes da Eletrobrás, que apresentara a proposta de demitir apenas 50% do esperado, ou seja, 90 vigilantes terceirizados.
Apesar da negociação está tramitando, de acordo com o presidente do sindicato dos Vigilantes, José Cícero da Silva, a proposta ainda não agrada a categoria que reivindica a permanência dos trabalhadores na empresa. “Nós queremos que a Eletrobrás renove o contrato com a Opção mantendo o mesmo número de vigilantes”, disse o sindicalista.