quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Vigilantes de agências bancárias paralisam atividades em Maceió

Categoria pleiteia reajuste salarial e melhores condições de trabalho.
Cerca de 3 mil profissionais vão cruzar os braços nesta quinta-feira.
Do G1 AL
Greve pode atingir todas as agências do estado (Foto: Jonathan Lins/G1)Greve pode atingir todas as agências do estado
(Foto: Jonathan Lins/G1)
Vigilantes que prestam serviço para empresas em agências bancárias de Maceió paralisaram as atividades nesta quinta-feira (31). Insatisfeitos com a falta de negociação, a categoria reivindica melhorias salariais, aumento no valor do ticket alimentação, reajuste no plano de saúde e melhores condições de trabalho. Os vigilantes vão permanecer na frente das agências bancárias para impedir o acesso dos colegas de trabalho.
De acordo com a secretária geral do Sindicato dos Vigilantes, Mônica Lopes, 21 agências não abriram as portas em Maceió por causa da paralisação. Todas do centro da capital e as demais no bairro do Farol e em outras localidades. Nessas agências, apenas os terminais eletrônicos estão funcionando. Clientes que buscaram atendimento tiveram que procurar outra agência da cidade.
Greve dos vigilantes atingiu 21 agências no centro de Maceió (Foto: Henrique Pereira/ G1)Greve dos vigilantes atingiu 21 agências no centro
de Maceió (Foto: Henrique Pereira/ G1)
O diretor de Comunicação do Sindicato dos Vigilantes do Estado de Alagoas (Sindvigilantes/AL), Ednaldo Lins, explicou que em Maceió são cerca de 3 mil profissionais que não vão entrar nas agências para trabalhar hoje. “Estamos com equipes impedindo a entrada dos vigilantes, todos que estão de plantão aderiram ao movimento”, disse.
A decisão de parar as atividades foi tomada em uma assembleia, na semana passada. O sindicalista disse que a data base da categoria é este mês, mas que desde setembro eles tentam negociar um reajuste salarial com os empresários. “Estamos fazendo uma paralisação de advertência, mas, se nada for resolvido, o movimento pode evoluir para uma greve e atingir todas as agências do Estado”, ressaltou Lins.
Hoje, às 15h, haverá uma nova assembleia para decidir os rumos da mobilização. Caso não haja nenhum acordo na reunião, a greve continuará.

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