quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Ataque a banco é frustrado pela DRF


BANABUIÚ
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Nilton César Cavalcante Alves, que é cearense, foi preso com os comparsas durante a operação
FOTOS: DIVULGAÇÃO
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Júnior Mesquita Lima, o 'Escovinha', de Roraima, é apontado pela Polícia como sendo o chefe da quadrilha
A equipe da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) prendeu quatro pessoas suspeitas de praticar assaltos a banco no Interior. Uma denúncia anônima teria dado conta que o bando se encaminhava para realizar mais um ataque, no Município de Banabuiú (214Km de Fortaleza).
Conforme informações do titular da DRF, delegado Raphael Vilarinho, os inspetores já estavam de 'campana' quando flagraram dois veículos Volkswagen, modelo Gol, um de cor preta e um de cor branca, em atitude suspeita. Uma perseguição aos dois automóveis começou na localidade de Pedras Brancas.
"Eles estavam em uma estrada carroçável que tem muitas saídas. A comunicação no local era muito ruim, pois não tinha sinal de celular, nem para o rádio comunicador. Por isto, não houve como uma equipe acionar outra para ajudar no cerco. Foi preciso escolher um dos carros para perseguir e assim foi feito", declarou Vilarinho.
A perseguição se estendeu e o Gol de cor preta acabou sendo abordado. Dentro do veículo estavam o roraimense Júnior Mesquita Lima, o 'Júnior Escovinha', 35; o paulista Idevânio Xavier Martins, 31; e os cearenses Nilton Sérgio Cavalcante Alves, 38; e Bruno Victor Freire de Araújo, 22. Todos já respondem a procedimentos na Justiça.
'Junior Escovinha' seria o chefe do bando. Ele já tem antecedentes criminais pela prática de dois roubos, um sequestro, porte ilegal de arma e crime contra a administração pública.
Dentro do Gol a Polícia encontrou algumas munições de calibre 9 milímetros, de uso restrito da Polícia. Os quatro foram autuados por formação de quadrilha e transporte de munição de uso restrito. "É uma munição importada, que não é fácil de ser achada. Vale lembrar, que é potente e já foi usada em outros ataques a banco, no Ceará", disse o titular da DRF.
Interestadual
O delegado-adjunto da Especializada, Eduardo Tomé, informou que não há dúvida que a quadrilha agia em outros Estados. O bando seria muito grande e teria integrantes em outros lugares.
"Já entramos em contato com as Polícias do Pernambuco e do Piauí e estamos fazendo levantamentos sobre possíveis ações da quadrilha. Eles podem sim ter envolvimento com outros ataques aqui", disse Tomé.

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