segunda-feira, 26 de maio de 2014

CURIÓ E SÃO BERNARDO

Cinco armas apreendidas pela PM após duas mortes
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Dentro do automóvel usado pela quadrilha, os policiais apreenderam cinco armas de fogo, sendo duas pistolas e dois revólveres
FOTO: DIVULGAÇÃO
Duas pessoas morreram durante um tiroteio, ocorrido no Curió, na Grande Messejana, após um bando ter invadido o bairro, em um táxi, para matar um desafeto. De acordo com a Polícia, cinco pessoas que ocupavam o automóvel Chevrolet Meriva, registrado como táxi, teriam ido ao local para executar um jovem, que ainda não foi identificado. Além dele, um dos integrantes do bando acabou morto.
Conforme o capitão Cleonardo Mesquita, do Ronda do Quarteirão de Messejana, a população acionou a Polícia dando conta dos disparos e de que uma pessoa estaria morta em via pública. Ao chegar lá, a patrulha RD-1069 realizou alguns levantamentos preliminares e conseguiu pistas que levaram ao paradeiro do táxi.
Uma perseguição foi iniciada e o veículo foi abordado no Conjunto São Bernardo. "Quatro pessoas, incluindo uma garota de 16 anos, desceram do carro e jogaram cinco armas no chão. Eles se renderam, sem apresentar nenhuma reação. Nos aproximamos e percebemos que tinha uma pessoa deitada no banco de trás do carro. Foi aí que vimos que o jovem estava morto".
Segundo o capitão Cleonardo, o suspeito que acabou lesionado, teria sido vítima de um 'fogo-amigo', ou seja, foi ferido por um comparsa, quando entrou na linha de tiro, no momento em que eles começaram a atirar no inimigo deles, ainda no bairro Curió.
"Quando viram que tinham ferido o alvo, mas também um comparsa, colocaram ele dentro do veículo e tentaram socorrê-lo, mas não houve tempo. O tiro no abdome foi fatal".
Capturados
Os quatro ocupantes do veículo foram capturados, inclusive o taxista, José Roberto de Oliveira Sousa, 51. Ele, José Alfredo Lima de Oliveira e Francisco Elder Alves da Silva, foram conduzidos ao 30ºDP (São Cristóvão), onde foram ouvidos e autuados.
José Roberto disse que havia sido feito refém pelos suspeitos das mortes, mas o capitão Cleonardo disse que ele portava várias munições nos bolsos. Elder Silva confessou que teria ido ao Curió para matar seu desafeto. Segundo ele, o motivo da execução seria vingança, mas não disse qual fato anterior teria culminado no atentado.
Os dois adolescentes que estavam dentro do veículo, uma garota de 16 anos e um garoto de 17, foram encaminhados à Delegacia da Criança do Adolescente (DCA). Um auto de apreensão em flagrante foi lavrado contra eles. Com o bando, a Polícia aprendeu cinco armas, sendo três revólveres, calibre 38; e duas pistolas, calibre 380.
As cinco armas foram entregues às autoridades policiais que realizaram os procedimentos nas delegacias.

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