quarta-feira, 21 de maio de 2014

Governo aposta no "bom-senso" de policiais para evitar greve, diz ministro

COPA
Agência Brasil 

O ministro da Justiça esteve reunido com comandantes das polícias do Brasil inteiro no evento "Diálogos Governo-Sociedade Civil: Copa 2014"

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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, abriu o seminário Diálogos Governo-Sociedade Civil: Copa 2014, no Sindicato dos Bancários de Brasília
FOTO: AGÊNCIA BRASIL
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse nesta segunda-feira (20) que o governo aposta no “bom-senso” das corporações policiais para que não haja greve das forças de segurança durante aCopa do Mundo, que começa no dia 12 de junho. Segundo Carvalho, as ameaças grevistas não devem perdurar e o governo federal está dialogando com os comandos das polícias de todo o país para chegar a acordos.
“Estamos apostando no bom-senso das pessoas, e acreditamos que essa movimentação pré-Copa não vai acontecer durante a Copa porque entendemos que as pessoas têm responsabilidade e sabem o que significa para o país um evento desse. O ministro da Justiça esteve reunido com comandantes das polícias do Brasil inteiro, tem havido um trabalho permanente de discussão do trabalho das polícias. Sinceramente, não acredito que nenhuma polícia ou corporação policial vai fazer greve durante a Copa, as pessoas têm noção do que significa isso”, avaliou, antes de participar da última rodada de debates, chamada Diálogos Governo-Sociedade Civil: Copa 2014, na sede do Sindicato dos Bancários, em Brasília.
"O evento de Recife mostrou com muita clareza o que você provoca, e não é para o governo, é para o povo. Sinceramente não consigo imaginar uma situação dessa. E esperamos não precisar usar nenhuma força de reserva para complementar esse serviço, que, esperamos, seja bem realizado pelas polícias", disse, em referência à greve de policiais militares da capital pernambucana na última semana.
O evento na capital federal foi o último da série de debates promovidas pelo governo com movimentos sociais nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Após participar das reuniões, Carvalho acredita que os protestos contra a realização do Mundial não serão expressivos. No entanto, disse que o governo sabe que as pessoas irão às ruas durante o megaevento com outras reivindicações.

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