quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Banco em Solonópole, no Ceará, é assaltado pela terceira vez no ano

Na tarde desta quarta-feira (30), dupla rendeu vigilantes e fugiu a pé.
Em novembro, a mesma agência havia sido assaltada.

Do G1 CE
Agência de Solonópole é assaltada pela terceira vez em 2015 (Foto: Arquivo pessoal)Agência de Solonópole é assaltada pela terceira
vez em 2015 (Foto: Arquivo pessoal)
Dois homens armados renderam seguranças, funcionários e clientes de uma agência do Bradesco em Solonópole, no interior do Ceará, na tarde desta quarta-feira (30). Segundo a Polícia Militar, a dupla roubou dinheiro do caixa do banco, pertences de clientes e armas dos dois vigilantes da unidade.
É a terceira vez que a mesma agência é assaltada neste ano. A polícia investiga se os crimes foram cometidos pelo mesmo grupo.

Ainda segundo a Polícia Militar, os dois fugiram a pé por um beco ao lado do banco onde não passam veículo. "O crime foi muito bem premeditado, eles já haviam traçado uma rota de fuga", diz o policial militar Leonardo Lavour.
A polícia faz buscas pelos suspeitos e afirma que vai utilizar imagens de câmeras de segurança do banco para tentar identificar os suspeitos. 

Este foi o terceiro ataque à mesma agência bancária somente neste ano. Em 20 de novembro, assaltantes entraram armados na agência e roubaram um valor no caixa da unidade. Ninguém foi preso.
Em 10 de junho, um trio estava armado e levou dinheiro de um dos caixas após render o vigilante do banco. Ainda de acordo com a Polícia Militar, os suspeitos também roubaram a bolsa de uma cliente que estava fazendo um depósito no momento da ação.

Salário mínimo subirá de R$ 788 para R$ 880 em 2016

ORG XMIT: 235801_0.tif Cédulas de Real. (Foto de João Wainer/Folhapress)


João Wainer/Folhapress
Cédulas de real; com baixo rendimento da poupança, investidores buscam alternativas de investimento
A presidente Dilma Rousseff assinou decreto nesta terça-feira (29) fixando o salário mínimo em R$ 880, acima do previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2016. O valor entra em vigor a partir de 1º de janeiro e representa um aumento de 11,7% em relação ao salário mínimo atual de R$ 788.
O novo mínimo será publicado no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira (30).
"O governo federal dá continuidade à sua política de valorização do salário mínimo, com impacto direto sobre cerca de 40 milhões de trabalhadores e aposentados, que atualmente recebem o piso nacional", afirma nota da assessoria de imprensa da Presidência.
O salário mínimo foi projetado em R$ 871 no projeto aprovado pelo Congresso Nacional para o Orçamento de 2016, mas o valor final é definido pelo governo. A regra, prevista em lei, é que o reajuste seja equivalente à inflação no ano anterior, medida pelo INPC, mais a variação do PIB de dois anos antes.
Em 2014, o PIB teve alta de 0,1%. O INPC acumula nos 12 meses até novembro alta de 10,97% – o valor fechado do ano só será divulgado em janeiro. O aumento concedido está um pouco acima do previsto com os dados disponíveis até o momento.
O ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rosseto, explicou que o governo fez uma projeção do INPC de dezembro e chegou ao número de 11,57% para os 12 meses anteriores. Com mais os 0,1% do crescimento do PIB em 2014, o valor do salário mínimo chegou aos R$ 880.
Rosseto no entanto não sabia informar qual será o impacto que o valor mínimo acima do previsto no orçamento enviado ao Congresso terá nas contas públicas. Segundo ele, o custo está sendo calculado pelo Ministério do Planejamento.
Pelas contas do ministério, serão beneficiados 48 milhões de trabalhadores e aposentados, sendo 21 milhões na previdência federal. O ministro defendeu o aumento como forma de dinamizar a economia nacional e prometeu para 2016 aumento do número de empregos, do PIB e da economia.
PREVIDÊNCIA
Na definição do mínimo de 2015, o aumento havia ficado conforme o previsto no Orçamento. A questão central é o impacto da medida em contas como a da Previdência, cujos gastos são indexados pelo mínimo. As contas variam, mas consultorias estimam que cada R$ 1 a mais no mínimo de 2015 gerem algo como R$ 400 milhões a mais para a Previdência.
Politicamente, a medida soa como um aceno à base à esquerda do governo Dilma, que vem reclamando dos rumos da política econômica mesmo após a saída de Joaquim Levy e a chegada de Nelson Barbosa ao Ministério da Fazenda.
Na segunda (28), o presidente do PT, Rui Falcão, fez críticas à condução da área por Dilma, e políticos do partido alertam que a continuidade da tentativa de fazer um ajuste fiscal pode custar apoio popular ao governo em um momento em que a presidente está acossada por um pedido de impeachment na Câmara dos Deputados.
Paradoxalmente, uma das medidas que Dilma pediu a Barbosa como prioridade foi justamente uma reforma visando dar viabilidade às contas da Previdência Social.