quinta-feira, 19 de março de 2015

Policial morto em Fortaleza dirigiu 4 km ferido

Crime ocorreu no dia 24 de janeiro na Avenida Eduardo Girão.
Suspeitos são quatro maiores de idade e um adolescente.

Do G1 CE









O Ministério Público do Estado do Ceará (MP-CE), Polícia Civil e Perícia Forense do Ceará (Pefoce) realizam na manhã desta quarta-feira (18), a reconstituição do assassinato do inspetor de Polícia Civil Tonny Ítalo Lima Pinheiro, ocorrido no último dia 24 de janeiro em uma tentativa de assalto. O policial foi atingido no Bairro São João do Tauape e dirigiu ferido, por 4 km, até a Avenida Eduardo Girão, no Bairro de Fátima, em Fortaleza, segundo informações da polícia.
A reconstituição da morte do inspetor de Polícia Civil Tonny Ítalo Lima Pinheiro começou por volta das 5h da manhã. O principal local da reconstituição foi a Avenida Monsenhor Salazar, no ponto onde ele foi baleado. 
Na reconstituição, houve divergência nos depoimentos. Quatro dos suspeitos de participarem do assassinato informaram em depoimento tanto na delegacia como no local da reconstituição que Rafael Gomes da Silva, de 20 anos, foi quem atirou no policial civil. Rafael negou ser o autor dos disparos em todos os depoimentos.
O caso
O policial civil foi baleado, continuou dirigindo e bateu o carro em uma árvore na Avenida Eduardo Girão, perto da rotatória da Avenida Aguanambi, no Bairro de Fátima, em Fortaleza, na manhã do dia 24 de janeiro. Ele foi encontrado dentro do carro, ferido pelo acidente e por dois tiros, e foi encaminhado para o Instituto Doutor José Frota (IJF), no Centro, pelo Samu, acionado por moradores.
Quatro dias depois, o Instituto Doutor José Frota (IJF), confirmou a morte do policial civil, após o segundo exame que confirmou a morte encefálica.
Na época, segundo o delegado Jairo Façanha Pequeno, diretor do Departamento de Polícia Metropolitana (DPM), o inquérito foi instaurado imediatamente.  "O inquérito está instaurado. A hipótese mais aceita por nós é que houve uma tentativa de assalto", relatou.
Após investigações, a polícia chegou a conclusão de que o policial civil foi vítima de latrocínio.

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